Jornalistas criticam o ativismo religioso do procurador da Lava Jato


Procurador de
Justiça pede
ajuda de Deus

Jornalistas da Jovem Pan criticaram [ver vídeo abaixo] o ativismo religioso do procurador evangélico Deltan Dallagnol, da Operação Lava Jato, que divulgou nas redes sociais que vai jejuar e fazer orações para que o Supremo não aprove amanhã (4 de março de 2018) o habeas corpus de Lula.

Para o jornalista Carlos Andreazza, Dallagnol se mostrou “ridículo”, “cafona”, “vulgar.

“É uma exploração (religiosa) de baixo nível de uma questão seríssima”, disse no programa  "3 em 1".

Vera Guimarães disse que misturar a Lava Jato com religião é “messianismo jurídico religioso”.

Acrescentou que os procuradores são representantes do Estado brasileiro, que é laico.


Marcelo Madureira afirmou que misturar política com religião “nunca dá boa coisa”.

“A sensação que deu é que Dallagnol tinha entregado a Deus os destinos do Brasil.”

O jejum e as orações de Dallagnol obtiveram adesão do juiz evangélico Marcelo Bretas, da Lava Jato do Rio.

“Caro irmão em Cristo, como cidadão brasileiro e temente a Deus, acompanhá-lo-ei em oração, em favor do nosso País e do nosso Povo”.

O procurador se defendeu das críticas afirmando que não desrespeitou o Estado laico, porque ele se manifestou em seu perfil pessoal no Twitter.


Com informação de vídeo da Jovem Pan e redes sociais.



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