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DF demole igrejas irregulares; evangélicos alegam perseguição


Templos construídos
em terrenos públicos

A Agefis (Agência de Fiscalização do Distrito Federal) demoliu mais de 30 igrejas — evangélicas, na maioria — que foram construídas com irregularidades.

Os pastores acusam o órgão de fazer a demolição sem avisar antes, o que o governo do DF nega. Os líderes religiosos foram informados sobre a decisão inclusive por telefone.

As demolições ocorreram ao longo de três anos, e as igrejas irregulares sabiam, portanto, que o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) leva a sério as normas de edificações, e elas nada fizeram.

Diz o artigo 178 do Código de Edificações do DF: “A demolição total ou parcial da obra será imposta ao infrator quando se tratar de construção em desacordo com a legislação e não for passível de alteração do projeto”.


Algumas igrejas demolidas estavam colocando em risco a vida de fiéis e outras foram construídas em terrenos públicos.

Em outubro de 2017, o desabamento em Brasília de um construção matou um homem.

O pastor e senador Magno Malta (PR-ES), porta-voz dos queixosos, acusou o governador de “odiar as coisas de Deus” por ser de um partido socialista.

A Rede TV! fez uma reportagem vergonhosamente favorável às igrejas irregulares [ver abaixo]. A emissora obtém lucro alugando parte de seu horário a igrejas evangélicas.

A Constituição garante o direito de crença, mas os pastores têm de abrir templos respeitando as normas de edificação, as quais valem para todos.

Reportagem da Rede TV!
defende igrejas irregulares



SBT mostra o caso de igreja
que usava terreno público



Com informação do Pleno News e de outras fontes.






Justiça do DF interdita igreja católica por falta de segurança

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