Saída de brasileiros de Portugal fecha 700 templos evangélicos


Templos de 
Portugal 
ficam vazios

Em 16 anos, cerca de 700 templos evangélicos fecharam em Portugal, tendo como principal causa a saída do país de imigrantes brasileiros.

De acordo com informação da Aliança Evangélica Portuguesa, o número de templos diminuiu de 1630 em 2000 para 964 em 2016.

A redução seria mais expressiva no mesmo período se não tivessem sido abertos 322 templos.

A Aliança Evangélica Portuguesa agrega a maioria das igrejas evangélicas, mas não algumas de forte presença no país, como a Igreja Universal do Reino de Deus, que continua firme em Portugal.


Na maior parte, os templos que fecharam funcionavam em pequenos recintos, como garagens.

Eles estavam concentrados em Lisboa, Porto e Setúbal e em média tinham 40 fiéis, com cinco batismos por ano.

Muitos dos pastores que mantinham esses locais eram estrangeiros que deixaram o país.

A saída de brasileiros se acentuou a partir de 2014 por causa do fraco desempenho da economia do país.

António Calaim, presidente da Aliança Evangélica, disse que outro fator importante responsável pelo fechamento de templos é a secularização da sociedade portuguesa.

Ele disse que as igrejas evangélicas enfrentam um problema já experimentado nas últimas décadas pela Igreja Católica: o distanciamento dos fiéis.

Do total de 150 mil evangélicos, menos de um terço frequenta assiduamente os templos.

Com informação do Diário de Notícias.




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Comentários

  1. Se Cristo e os seus realizam isto ou aquilo, executam esse ou aquele ato, é porque era preciso que se cumprisse essa ou aquela profecia.

    Por isso, temos de escolher, definitivamente: Ou Cristo existiu, e então é Deus, ou não é Deus, e então nunca existiu, porque o Cristo da Bíblia é o único Cristo conhecido, e porque na própria Bíblia ele não é mais do que um personagem sobrenatural e simbólico. Impõe-nos a lógica que o aceitemos tal qual ele é na Bíblia, isto é, como Deus, a não ser que se ponha de parte, sem mais considerações, a sua pretendida realidade histórica, da qual não se escapa.
    A traição de Judas foi adaptada do episódio da traição de certo comensal de Davi, e a declaração de Jesus, durante a ceia, corresponde à idêntica revelação do rei salmista.
    Os trinta dinheiros da traição de Judas e o seu gesto de atirá-los fora no Templo são tomados ao “pé da letra” (literalmente) do oráculo de Zacarias.

    A compra do “campo de sangue” com os dinheiros da traição, o remorso e o arrependimento de Judas, a sua morte prematura e o gênero dessa morte, a anasarca (edema) e a cegueira, tudo isso se encontra em vários textos do Antigo Testamento.
    Todo o plano, e até mesmo os detalhes da história da crucificação foram copiados pelos evangelistas do capitulo LIII de Isaías e dos Salmos XXII e LXIX.
    Os trinta dinheiros da traição de Judas e o seu gesto de atirá-los fora no Templo são tomados ao “pé da letra” (literalmente) do oráculo de Zacarias.

    A compra do “campo de sangue” com os dinheiros da traição, o remorso e o arrependimento de Judas, a sua morte prematura e o gênero dessa morte, a anasarca (edema) e a cegueira, tudo isso se encontra em vários textos do Antigo Testamento.

    Todo o plano, e até mesmo os detalhes da história da crucificação foram copiados pelos evangelistas do capitulo LIII de Isaías e dos Salmos XXII e LXIX.

    Se Judas o atraiçoa e recebe em paga trinta dinheiros, é para que se cumpra o que disse o profeta (Mt. XXVII, 9).
    Não há, pois, nos Evangelhos, nada que já não estivesse no Antigo Testamento: nada há de novo debaixo do Sol, como dizia Salomão.

    Todas as designações de Cristo tinham já sido usadas no Antigo Testamento, mais ou menos metaforicamente, enquanto que no Novo Testamento adquiriram o caráter sobrenatural próprio de um mito.
    Para aqueles que acreditam que Cristo era um homem a dificuldade é insolúvel, porque, queiramos ou não, Cristo está falando apenas de si mesmo como o Messias que havia de vir, mesmo nos sinóticos e precisamente nessa passagem de Mateus (22:41). A única solução racional é que:
    Jesus quis mostrar a superioridade de Davi, do qual era descendente de acordo com a carne ou a lei, enquanto procedia de Deus como espírito.
    Essa dificuldade sempre foi o tropeço da cristologia que queria o impossível:
    Fazer de Cristo um ser humano inconsistente com as leis da natureza e da história.

    Assim sendo, surge a seguinte pergunta:
    Qual das alegorias aplicadas a Cristo no Antigo Testamento e nos próprios Evangelhos era verdadeira ?

    JESUS NUNCA EXISTIU!

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