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Metzitzah b'peh é um controvertido ritual judaico

Vídeos que circulam na internet mostram o controvertido ritual judaico da circuncisão praticado por ultraortodoxos. Trata-se do metzitzah b'peh ou MBP.

Promovido principalmente por seguidores das seitas hassídicas, o ritual põe em risco a saúde do bebê porque o rabino suga (com a boca) o sangue da ferida do pênis, havendo casos de transmissão do vírus da herpes.

Assim, em consequência de uma cerimônia que confirma a aliança do povo escolhido com Deus, bebês podem pegar uma doença que podem matá-los ou deixá-los com sequelas no cérebro.

Em seu livro “Deus não é Grande — como a religião envenena tudo”, Cristopher Hitchens (1948-2011) criticou o metzitzah b'peh pela "sua natureza anti-higiênica ou suas associações (sexuais) perturbadoras”.


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Ministro do STF critica a frase ‘Deus seja louvado’ do real

Marco Aurélio lembrou  que somente no  império  a religião era obrigatória  O ministro Marco Aurélio (foto), 65, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse que não consegue conceber “que nas notas de moedas do real nós tenhamos ‘Deus seja louvado’”, porque isso fere a laicidade do Estado. Em uma entrevista ao UOL, lembrou que na argumentação de seu voto favorável à descriminalização do aborto de fetos anencéfalos, em abril, ressaltou que o Brasil não está mais no império, “quando a religião católica era obrigatória e o imperador era obrigado a observá-la”. “ Como outro exemplo de incompatibilidade com o Estado laico ele citou o crucifixo do plenário do STF. “Devíamos ter só o brasão da República.” Aurélio elogiou a decisão do Tribunal de Justiça gaúcho pela retirada do crucifixo de todas as suas dependências, o que demonstra, segundo ele, que o Rio Grande do Sul é um Estado que “está sempre à frente em questões políticas”. Celso de Mello, outro ministro do Supremo, já

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PSC radicaliza ao dar apoio a Feliciano, afirma Wyllys

por Ivan Richard da Agência Brasil Deputado disse que resposta também será a radicalização O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), na foto, criticou a decisão do PSC de manter o pastor Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorais da Câmara. Para Wyllys, o acirramento dos ânimos por parte do PSC pode provocar ainda mais confusão nas sessões da comissão. Feliciano é acusado por de ter feito afirmações homofóbicas, como a de que a "Aids é câncer gay", e racistas. “Não falo em nome do movimento [LGBT], mas, se um lado radicaliza, o outro tende a radicalizar. Se o PSC radicaliza e não ouve a voz dos movimentos socais, das redes sociais, o pedido para que esse homem saia da presidência, se a tendência é radicalizar e não dar ouvidos, é lógico que o movimento radicalize do outro. Isso não é bom para a Câmara, para o Legislativo, para o PSC, nem para o país”, disse Wyllys. Wyllys afirmou que as lideranças do PSC estão “confundindo” as criticas ao

Estudante expulsa acusa escola adventista de homofobia

Arianne disse ter pedido outra com chance, mas a escola negou com atualização Arianne Pacheco Rodrigues (foto), 19, está acusando o Instituto Adventista Brasil Central — uma escola interna em Planalmira (GO) — de tê-la expulsada em novembro de 2010 por motivo homofóbico. Marilda Pacheco, a mãe da estudante, está processando a escola com o pedido de indenização de R$ 50 mil por danos morais. A primeira audiência na Justiça ocorreu na semana passada. A jovem contou que a punição foi decidida por uma comissão disciplinar que analisou a troca de cartas entre ela e outra garota, sua namorada na época. Na ata da reunião da comissão consta que a causa da expulsão das duas alunas foi “postura homossexual reincidente”. O pastor  Weslei Zukowski (na foto abaixo), diretor da escola, negou ter havido homofobia e disse que a expulsão ocorreu em consequência de “intimidade sexual” (contato físico), o que, disse, é expressamente proibido pelo regulamento do estabelecimento. Consel