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Jovens contam como degolaram professor de geografia para roubar

Eles entraram pela porta da frente da casa do professor
Alberto Cardoso, 24, e Fábio Nascimento, 20, contaram à Polícia Civil de Corumbá (MS) como mataram na noite do dia 9 o professor de geografia Ramão Jacinto Espíndola, 47.  Eles entraram na casa do professor pela porta da frente, Nascimento o imobilizou e Cardoso o esfaqueou com uma faca que pegara na cozinha. Os golpes foram dados com tanta força, que o cabo da faca se quebrou. O professor foi degolado.

A polícia prendeu os dois ontem (23) pela manhã. Em depoimento, Nascimento, um ex-aluno do professor, contou que tinha um caso sexual com Espíndola desde 2008 e conhecia a casa dele e sabia o que tinha.

Corumbá tem 103 mil habitantes e fica a 444 km de Campo Grande. Jeferson Rosa Dias, delegado do 1º Distrito de Polícia Cível da cidade, contou que o crime foi premeditado. “Ele planejaram tudo para matar, roubar e vender [o carro do professor] na Bolívia.”

Além de um Ford KA branco, eles roubaram do professor um sistema de home-teather, tela de computador LCD, celular e um aparelho de DVD. “Esse foi o preço do crime”, disse o delegado.

Dias afirmou que os dois jovens ainda não deram conta da gravidade do crime que cometeram, um latrocínio (roubo seguido de morte). Eles podem ser condenado de 20 a 30 anos de prisão.

Com informação do MidiaMax, entre outros sites.

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junho de 2011

Comentários

Concí Sales disse…
Lamentável episódio, infelizmente lugar-comum nas manchetes policiais de todo Brasil, país onde mais se mata homossexuais no mundo. Enquanto não for eliminada a causa, a pregação sistemática diuturna e ininterrupta do evangelho homofóbico, eletrônico; deploráveis efeitos suceder-se-ão, pois os assassinos ao ouvirem pastores e padres em sua prédica "citando tais fatos como PROVAS de que a justiça divina persegue os homossexuais com estas mortes horríveis", sentem-se AUTORIZADOS EMISSÁRIOS do castigo de Deus e portanto, necessariamente e de antemão, perdoados. Amargando um tempinho a cela penitenciária, algum bondoso irmão evangélico aparecerá para pregar que todo pecado é perdoado desde que se arrependa...Entre lágrimas, os criminosos poderão até tornarem-se pastores, e tudo será arquivado, uma vez que pelo referendo divino o crime foi apagado, não será lembrado jamais. Aconteceu idêntica obscenidade com o assassino da morte da jovem em ritual satânico; tudo é possível, em termos de violência contra mulheres, prostitutas, gays; se não se impedir por meios legais, que o ódio fundamentalista evangélico, socialmente disseminado, aos quatro ventos propagado, se torne passível de responsabilização criminal, e seja interditado.
Pois ele é a causa da marginalização de milhões de jovens, excluídos da escola, vitimas de monstruoso bullying, condenados a se prostituirem , a não poderem estudar, progredir na vida, como lhes garante a Constituição. Um travesti, um transexual, não pode frequentar a escola; deve obrigatoriamente viver do sexo, tornar-se profissional da rua, - e nada o impediria, se não fosse compulsório após ser expulso da escola, o que é bárbara injustiça. É longo o caminho da liberdade e doloroso e difícil, mas não precisa ser ao fio da navalha, como a obra homônima de Somerseth Maugham, pode ser no fio de pedra da estrada em marcha, na legítima manifestação da verdadeira liberdade de expressão, na reivindicação dos mais do que fundamentais direitos.
Anônimo disse…
Um caso que não envolve religião.
A única coisa que posso desejar nesse momento é o castigo desses jovens.

AlyneS2
O mais lamentável de tudo é terem feito isso ... por causa de um Ford Ka...
Anônimo disse…
"Dias afirmou que os dois jovens ainda não deram conta da gravidade do crime que cometeram".

Sem palavras. Outros diriam: "Falta Deus na vida desses caras". Falta é educação, leitura, oportunidade, esclarecimento, consciência, conversa.
Anônimo disse…
Deus de sobra, educação inexistente.

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