Detentos rebelados no Maranhão matam seis acusados de pedofilia

com atualização às 17h30

Os 97 detentos da Delegacia Regional de Pinheiro (Maranhão) se rebelaram ontem à noite em protesta contra a superlotação e hoje pela manhã mandaram avisar a delegada Laura Barbosa que, para ‘esvaziar’ o local, tinham matado seis acusados de pedofilia.

A capacidade do cárcere da delegacia é de 40 pessoas. Eles ameaçaram matar outros pedófilos, caso não tivessem suas reivindicações atendidas.

Pinheiro tem 78 mil habitantes e fica a 333 km de São Luís.

Dos seis mortos, quatro foram decapitados. Três das cabeças foram dependuradas em grades de uma cela.

Entre os corpos, está o de José Agostinho Bispo Pereira (foto), 54, que foi condenado a 63 anos de prisão por ter engravidado duas de suas filhas, com as quais teve oito filhos-netos. Ele estava no cárcere à espera de uma vaga no Complexo de Pedrinhas, em São Luís. A cabeça dele foi uma das expostas na cela.

Após uma tentativa de negociação com os rebelados, por intermédio de uma comissão formada por representante da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e por um pastor, a polícia, nesta tarde de terça-feira (8), estava se preparando para invadir o cárcere. Mas ao final da tarde, acabou a rebelião.

Com informação de portais e emissoras de TV.

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junho de 2010

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Comentários

  1. É uma pena. Justiceiros em presidios. Agem como se existissem seres inferiores a eles.

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  2. Ohhhhhhh noticia boa...
    eles tinham que degolar era geral....
    fazer um ´´rapa geral´´....

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  3. Pois é né, depois quando falam em pena de morte, vem a "corja" hipócrita destilar seu veneno de falsidade.

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  4. é, diga essa "hipocrisia" quando estiver lá dentro...

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  5. Na verdade, hpocrisias à parte, o que os presos fizeram reflete um sentimento cada vez mais comum na sociedade: diante da leniência das leis as pessoas começam a ter vontade de fazer justiça com as próprias mãos.

    Não me lembro se foi neste mesmo blog, ou se em outro, mas há cerca de dois anos e meio, em São Paulo, uma senhora matou com uma facada o homem que havia estuprado seu filho de seis anos. Ao ser presa o policial lhe perguntou por que ela fizera aquilo e ela respondeu: "Porque eu não acredito na justiça."

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