O presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Alagoas, Gilberto Irineu, pediu ao Ministério Público e ao comando do 59º Batalhão de Infantaria Motorizado que apurem a causa da morte de Lemysson Rodrigo dos Santos, 19, durante treinamento do Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva.
Na manhã de quinta-feira (7), o jovem sofreu afogamento quando atravessava um rio na fazenda Bamburral, em Maceió. Ele chegou a ser levado para a Santa Casa da cidade. Santos também cursava Engenharia Civil na Universidade Federal de Alagoas.
O tenente-coronel Cristiano Pinto Sampaio (foto), comandante do 59º BIMtz, não deu nenhuma informação sobre a provável causa da morte. Em nota à imprensa, ele disse que o estudante “veio afogar-se”.
Em entrevista, Sampaio reconheceu que Santos era “um excelente atleta” e, por isso, não entendeu porque ele não conseguiu completar a travessia do rio. “Os outros 19 alunos passaram. Era uma atividade normal.”
O corpo de Santos encontra-se no IML (Instituto Médico-Legal).
Gilberto Irineu disse que a OAB não faz nenhum juízo de valor sobre o caso. “O que queremos é uma apuração rigorosa para esclarecer à família e à sociedade se o afogamento está ou não relacionamento a possíveis excessos cometidos durante o treinamento.”
Familiares de outros casos de jovens mortos em treinamento do Exército afirmam que esse tipo de sindicância sempre encontra um jeito de inocentar os oficiais responsáveis pelos estudantes. A sindicância, segundo eles, teria de ser feita por um órgão independente do Exército, como a Polícia Federal.
Um desses casos foi a morte na Aman (Academia Militar das Agulhas Negras) do cadete Maurício Silva Dias. Em junho de 2008 ele sofreu uma parada cardíaca durante uma caminhada de 24 quilômetros em treinamento que também previa 60 horas sem dormir. Dias tinha passado por exames médicos que atestaram estar em boas condições físicas.
A sindicância interna concluiu que Dias morreu de “causa desconhecida”.
Com informação da Gazeta de Alagoas.
> Mais um cadete da Aman morre em treinamento.
junho de 2008
Na manhã de quinta-feira (7), o jovem sofreu afogamento quando atravessava um rio na fazenda Bamburral, em Maceió. Ele chegou a ser levado para a Santa Casa da cidade. Santos também cursava Engenharia Civil na Universidade Federal de Alagoas.
O tenente-coronel Cristiano Pinto Sampaio (foto), comandante do 59º BIMtz, não deu nenhuma informação sobre a provável causa da morte. Em nota à imprensa, ele disse que o estudante “veio afogar-se”.
Em entrevista, Sampaio reconheceu que Santos era “um excelente atleta” e, por isso, não entendeu porque ele não conseguiu completar a travessia do rio. “Os outros 19 alunos passaram. Era uma atividade normal.”
O corpo de Santos encontra-se no IML (Instituto Médico-Legal).
Gilberto Irineu disse que a OAB não faz nenhum juízo de valor sobre o caso. “O que queremos é uma apuração rigorosa para esclarecer à família e à sociedade se o afogamento está ou não relacionamento a possíveis excessos cometidos durante o treinamento.”
Antes de a OAB solicitar a investigação, o tenente-coronel Sampaio tinha informado que será criada uma sindicância administrativa interna para apurar a morte. A família do estudante pediu a ajuda de um vereador, que também é pastor, para que a investigação seja feita com isenção.
Familiares de outros casos de jovens mortos em treinamento do Exército afirmam que esse tipo de sindicância sempre encontra um jeito de inocentar os oficiais responsáveis pelos estudantes. A sindicância, segundo eles, teria de ser feita por um órgão independente do Exército, como a Polícia Federal.
Um desses casos foi a morte na Aman (Academia Militar das Agulhas Negras) do cadete Maurício Silva Dias. Em junho de 2008 ele sofreu uma parada cardíaca durante uma caminhada de 24 quilômetros em treinamento que também previa 60 horas sem dormir. Dias tinha passado por exames médicos que atestaram estar em boas condições físicas.
A sindicância interna concluiu que Dias morreu de “causa desconhecida”.
Com informação da Gazeta de Alagoas.
junho de 2008

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rio. Quem não usa equipamentos é o peixe, o jacaré, o tubarão.
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