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Iraniana adúltera escapa da morte por apedrejamento

Sakineh Mohammadi Ashtiani (foto), 43, livrou-se da condenação à morte por apedrejamento sob a acusação de adultério, informaram hoje autoridades do Irã.

Comunicado do tribunal da província do Azerbaijão Ocidental não deixou claro se ela poderá ser morta por outro método.

Ashtiani está presa desde maio de 2006 porque teria tido relações sexuais com dois homens antes de seu marido morrer.

Inicialmente ela foi condenada a 99 chibatadas, às quais já foi foi submetida, por conta da hipótese de que  teve os casos após a morte do se marido.

O processo judicial foi reaberto porque passou a prevalecer a hipótese de que os relacionamentos sexuais ocorreram quando o marido ainda estava vivo, doente. Ela teria confessado, mas não se sabe se sob tortura física ou psicológica.

O recuo da justiça do Irã se deve à campanha internacional pelo cancelamento da condenação. O apelo obteve adesões de atores como Colin Firth, Emma Thompson, Robert Redford e Juliette Binoche, entre outras celebridades.

O governo do Irã tem afirmado que a condenação à adúltera por apedrejamento só ocorre depois de rigorosas investigações que comprovem o crime. Acrescentou que, mesmo assim, esse tipo de pena só ocorre raramente.

Com informações da BBC Brasil.

GOVERNO NEGA - atualização em 14/7/2010

O chanceler do Irã, Manouchehr Mottaki, disse ao "El País" que não foi suspensa a sentença de morte por apedrejamento de Ashtiani, diferentemente, portanto, do que foi noticiado.

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julho de 2010

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