Fiéis rezavam o terço e participavam de uma adoração na igreja do bairro Água Fria, zona norte de Recife, Pernambuco.
A imprensa não informou se o padre João Carlos Santana da Costa (foto) estava com eles ou se em outra dependência da igreja quando chegaram oficiais da justiça e colocaram todo mundo para fora. Depois, diria uma fiel: “Fomos enxotados como cachorros”.
O objetivo dos oficiais de justiça naquela terça, 21, não era incomodar os fiéis, mas cumprir mandado de reintegração de posse da paróquia. Era tirar dali o padre.
Desde janeiro, Santana vinha desafiando a determinação do arcebispo de Olinda e Recife, José Cardoso Sobrinho (foto), para que fizesse a mala e sumisse.
Em entrevista, o padre repetiu as palavras que ouviu de dom Sobrinho: "Abandone a paróquia, que eu vou mandar o substituto, entregue tudo, vá embora, desapareça".
Mas o padre foi ficando, com o apoio de fieis, embora contra ele houvesse a acusação de que estaria tendo um romance com uma das fiéis, a fazendeira Ivânia Olímpio de Almeida Queiroga. E já fazia tempo. Pelo menos desde 2006.
O padre Santos nega.
Ele reclama que não teve o direito de defesa e que o arcebispo deu crédito a uma denúncia anônima feita por e-mail.
Mas dom Sobrinho – segundo fontes da arquidiocese - investigou, ouviu pessoas, montou um dossiê.
E apurou que, além do romance, o padre e a fiel estariam envolvidos em um homicídio ocorrido na Paraíba. Uma acusação séria que foi publicada pela imprensa de Recife, mas não aprofundada.
O padre deu entrevista ao site La Insignia na qual se diz vítima de uma “possível inveja” por ter bem administrado a paróquia por 10 anos. Mas ele não diz quem seria o invejoso.
Disse que com o dinheiro do seu próprio bolso fez melhorias na paróquia e que agora espera ser ressarcido pela arquidiocese.
Ele também considera a possibilidade de ter havido perseguição de alguma autoridade da cidade, de “alguém que queria colocar um ponto de táxi em determinado ponto que prejudicasse a entrada e saída dos paroquianos”.
Se for verdade, seria a primeira vez que um arcebispo despeja um padre para a instalação de um ponto de táxi na porta da igreja.
O padre Santos voltou de onde veio, de Cajazeiras, Paraíba. Falou que vai ficar por lá rezando, já que está impedido de voltar a ser pároco.
Dom José Cardoso Sobrinho (foto) assumiu a Arquidiocese Olinda e Recife em meados de 1985. Até agora, por vários motivos, ele demitiu 20 padres. Talvez seja o arcebispo que mais tenha feito exonerações.
Não se sabe o que a arquidiocese fará com as provas contra o padre João Carlos Santana. O certo seria o encaminhamento à polícia. Mas talvez nem dom Sobrinho seja capaz de tanto.
> Padre enfurecido com atraso de noivos não abençoa casamento.
setembro de 2008
O objetivo dos oficiais de justiça naquela terça, 21, não era incomodar os fiéis, mas cumprir mandado de reintegração de posse da paróquia. Era tirar dali o padre.
Desde janeiro, Santana vinha desafiando a determinação do arcebispo de Olinda e Recife, José Cardoso Sobrinho (foto), para que fizesse a mala e sumisse.
Em entrevista, o padre repetiu as palavras que ouviu de dom Sobrinho: "Abandone a paróquia, que eu vou mandar o substituto, entregue tudo, vá embora, desapareça".
Mas o padre foi ficando, com o apoio de fieis, embora contra ele houvesse a acusação de que estaria tendo um romance com uma das fiéis, a fazendeira Ivânia Olímpio de Almeida Queiroga. E já fazia tempo. Pelo menos desde 2006.
O padre Santos nega.
Ele reclama que não teve o direito de defesa e que o arcebispo deu crédito a uma denúncia anônima feita por e-mail.
Mas dom Sobrinho – segundo fontes da arquidiocese - investigou, ouviu pessoas, montou um dossiê.
E apurou que, além do romance, o padre e a fiel estariam envolvidos em um homicídio ocorrido na Paraíba. Uma acusação séria que foi publicada pela imprensa de Recife, mas não aprofundada.
O padre deu entrevista ao site La Insignia na qual se diz vítima de uma “possível inveja” por ter bem administrado a paróquia por 10 anos. Mas ele não diz quem seria o invejoso.
Disse que com o dinheiro do seu próprio bolso fez melhorias na paróquia e que agora espera ser ressarcido pela arquidiocese.
Ele também considera a possibilidade de ter havido perseguição de alguma autoridade da cidade, de “alguém que queria colocar um ponto de táxi em determinado ponto que prejudicasse a entrada e saída dos paroquianos”.
Se for verdade, seria a primeira vez que um arcebispo despeja um padre para a instalação de um ponto de táxi na porta da igreja.
Dom José Cardoso Sobrinho (foto) assumiu a Arquidiocese Olinda e Recife em meados de 1985. Até agora, por vários motivos, ele demitiu 20 padres. Talvez seja o arcebispo que mais tenha feito exonerações.
Não se sabe o que a arquidiocese fará com as provas contra o padre João Carlos Santana. O certo seria o encaminhamento à polícia. Mas talvez nem dom Sobrinho seja capaz de tanto.
> Padre enfurecido com atraso de noivos não abençoa casamento.
setembro de 2008
Comentários
já naquela epóca era um nazista e perseguia os
noviços.Esta atitude não me surpreende: Tratar as
coisas de Deus como as dos homens.Acredito que
se houvesse resistência O bispo Cardoso expulsaria o padre a bala.
Claúdio Santana de Melo
-sou um ex-coroinha dele.
Tem relaçoes com essa velha feia que doi em que é acusado.
É excomugado pelo pecado de cisma.
Celebra os sacramentos sem poder.
Se celebrar casamento e confissoes é invalido!
Se celebra os outros sacramentos são pecaminosos.
A igreja pertence a Arquidiocese e nao é de nenhum padre, por isso ele nao podia ficar na e com a igreja.
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