A polícia estima que Rosário Kazuhaki Yamamoto (foto), 60, deu golpe em mais de mil empresas passando-se por parente da família imperial japonesa. Ele foi preso ontem, após um mês de investigações.
Yamamoto cobrava de cada empresa cerca de R$ 200 para que ela tivesse preferência na prestação de serviços ou na venda de produtos à comunidade japonesa no Brasil. Ele se apresentava com recortes de jornais nos quais ele aparecia em foto com autoridades brasileiras e com membros da família real japonesa.
Depois de ter recebido o pagamento, ele desaparecia.
Criou uma empresa com o nome de Centro Cultura Nikkey do Brasil e Japão e dava o golpe em empresas de todo o Brasil.
“O acusado também aplicava golpes no Japão”, disse Arthur Frederico Moreira, delegado titular da 41º DP de São Paulo
Quando prestava depoimento à polícia, Yamamoto teve um princípio de enfarto e foi levado a um hospital.
> Golpista usava a internet para seduzir mulheres solitárias. (julho de 2010)
Yamamoto cobrava de cada empresa cerca de R$ 200 para que ela tivesse preferência na prestação de serviços ou na venda de produtos à comunidade japonesa no Brasil. Ele se apresentava com recortes de jornais nos quais ele aparecia em foto com autoridades brasileiras e com membros da família real japonesa.
Depois de ter recebido o pagamento, ele desaparecia.
Criou uma empresa com o nome de Centro Cultura Nikkey do Brasil e Japão e dava o golpe em empresas de todo o Brasil.
“O acusado também aplicava golpes no Japão”, disse Arthur Frederico Moreira, delegado titular da 41º DP de São Paulo
Quando prestava depoimento à polícia, Yamamoto teve um princípio de enfarto e foi levado a um hospital.
> Golpista usava a internet para seduzir mulheres solitárias. (julho de 2010)
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