É possível que o presidente Lula justifique gastos de viagem como notas fiscais frias, de empresas fictícias?
É.
A Folha informa que em março de 2003 Lula viajou a Ponta Porá (MS) para a inauguração de um assentamento de sem-terra. Com o cartão corporativo, a equipe do governo pagou R$ 206 mil na alocação de automóveis, só que o dono da locadora recebeu R$ 40 mil.
A diferença do dinheiro consta em algumas das notas fiscais frias, mas ninguém sabe para aonde ele foi.
O TCU (Tribunal de Contas da União) sabe muito mais dos gastos de Lula, mas não pode divulgar nada porque, veja só, o governo entende que a segurança do presidente ficaria em risco.
Sei. E quem cuida da segurança dos cofres públicos? O Lula é que não é.
A situação está se complicando para Lula e seu governo. O que se sabe da farra com o dinheiro público ainda é pouco, mas o suficiente para perceber que vem por aí um mar de lama, talvez tão grande ou maior do que o mensalão.
Reportagem da Folha.
É.
A Folha informa que em março de 2003 Lula viajou a Ponta Porá (MS) para a inauguração de um assentamento de sem-terra. Com o cartão corporativo, a equipe do governo pagou R$ 206 mil na alocação de automóveis, só que o dono da locadora recebeu R$ 40 mil.
A diferença do dinheiro consta em algumas das notas fiscais frias, mas ninguém sabe para aonde ele foi.
O TCU (Tribunal de Contas da União) sabe muito mais dos gastos de Lula, mas não pode divulgar nada porque, veja só, o governo entende que a segurança do presidente ficaria em risco.
Sei. E quem cuida da segurança dos cofres públicos? O Lula é que não é.
A situação está se complicando para Lula e seu governo. O que se sabe da farra com o dinheiro público ainda é pouco, mas o suficiente para perceber que vem por aí um mar de lama, talvez tão grande ou maior do que o mensalão.
Reportagem da Folha.
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