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Entidades que representam juízes resistem a um código de ética

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) está propondo um código de ética para a categoria cuja minuta prevê, entre outras coisas, que o juiz denuncie interferência que prejudique sua independência e recuse presentes, benefícios ou bocas-livres, como viagens e diárias pagas por empresas para participar de eventos.

Em resumo: o que o CNJ propõe é o óbvio, mas, veja só, entidades que representam a categoria têm criticado a proposta. Conforme noticia a Folha, essas entidades, como a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), afirmam que o código, por ser vago, abre uma brecha para que os tribunais punam os juízes “mais independentes” em decorrência de avaliações subjetivas.

Curioso: o código nem sequer está pronto (ele está aberto a sugestões), e AMB e suas congêneres já o criticam, em vez de colaborar na sua elaboração. O que demonstra que, como sempre, o corporativismo é o escudo dos corruptos.

Comandatuba é o paraíso de magistrados.

Juiz acha normal que bancos paguem boca-livre a magistrados.

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