
Ao assumir ontem a Corregedoria-Geral do Ministério Público de São Paulo, Pádua Bertone Pereira disse que o salário que passa a ter –de R$ 55 mil– “não é justo” num país onde o salário mínimo é de R$ 350,00. Mas afirmou que não pode abrir mão dele porque existe uma determinação judicial que o obriga a recebê-lo.
O procurador poderia destinar parte de seu salário a uma instituição de caridade. Nenhuma decisão judicial o impede disso.
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