Em artigo na Folha de hoje, Luiz Felipe de Alencastro, professor brasileiro que dá aulas em Paris, critica a possibilidade de o Delfim Netto obter um ministério no segundo mandato do governo Lula. Se isso ocorrer, diz, “seria flagrante traição política, um acinte a uma parte dos que combaterem a ditadura”.
Alencastro observa que Fernando Henrique Cardoso classifica Delfim de “algoz da ditadura” para ironizar a nova amizade entre o economista e Lula.
E acrescenta:
Mas suas palavras [de FHC] fariam mais sentido se ele próprio não tivesse nomeado Pratini de Moraes -também integrante do governo do sinistro ditador Médici- no seu segundo mandato na Presidência e não tivesse introduzido Jarbas Passarinho, também estadista do AI-5, no conselho político de sua campanha de reeleição, em 1998..."
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Alencastro observa que Fernando Henrique Cardoso classifica Delfim de “algoz da ditadura” para ironizar a nova amizade entre o economista e Lula.
E acrescenta:
Mas suas palavras [de FHC] fariam mais sentido se ele próprio não tivesse nomeado Pratini de Moraes -também integrante do governo do sinistro ditador Médici- no seu segundo mandato na Presidência e não tivesse introduzido Jarbas Passarinho, também estadista do AI-5, no conselho político de sua campanha de reeleição, em 1998..."
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