Primeiro foram três jornalistas da Veja que se sentiram intimidados em um depoimento à Polícia Federal no qual eles eram testemunhas no caso denunciado pela revista de uma tentativa de as autoridades (inclusive policiais) de abafar a operação tabajara da compra por petistas de um suposto dossiê anti-Serra.
A Folha estranha que tenha sido o único veículo de comunicação lembrado pela PF. O jornal e a Veja têm sido críticos ao governo Lula. Não consta na lista de telefones para os quais a PF pediu a quebra de sigilo nenhum número da CartaCapital.
A PF não poderia ter pedido a quebra do sigilo da jornalista nem o juiz Marcos Alves Tavares, da 3ª Vara Federal de Cuiabá (MT), ter dado deferimento, porque a Constituição garante à imprensa a preservação da fonte de informação.
Tais atitudes da PF já seriam o início da “democratização da imprensa” à qual o presidente Lula vem se referindo tanto?
> Aqui, o noticiário da Folha Online sobre o assunto.
Comentários
Postar um comentário