Lúcifer engana milícia religiosa e faz sucesso na Netflix


A serviço do bem

Enquanto milicianos cristãos percorrem museus, à procura de imoralidades e blasfêmias, Lúcifer faz sucesso na Netflix em vários países, incluindo o Brasil.

O tinhoso é esperto.

Na série, Lúcifer tem uma boate em Los Angeles, tirando férias da rotina enfadonha do inferno.  

É uma adaptação dos quadrinhos The Sandman, de Neil Gaiman.


Nos episódios, Lúcifer Morningstar ajuda uma policial a resolver crimes.

Ele é,  portanto, “do bem”, mas gosta de punir com severidade os criminosos — puxou o seu pai, o do Velho Testamento.

A todo instante ele faz referências irônicas a Deus.

A série vale por isso, porque as histórias são bobinhas.

Lúcifer é interpretado por Tom Ellis, e a policial Cloe por Lauren German.

Quando “Lúcifer” foi lançado em 2015 pela Fox nos Estados Unidos, houve tentativa de cristãos de tirar a série do ar, acusando-a de zombar de Deus e da Bíblia, além de conter personagens gays, lésbicas e trans.

A Fox não deu bola e, depois, lançou a segunda temporada.



Com informação da Netflix.




Na Bíblia, Deus matou 2,5 milhões de pessoas; Satanás, 10


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