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Justiça condena pastor Marcos a 15 anos de prisão por estupro

Pastor Pereira disse que nada vai
segurá-lo dentro do presídio
A Justiça de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, condenou hoje o pastor Marcos Pereira da Silva (foto), da Assembleia de Deus dos Últimos dias, (foto) a 15 anos de prisão por estupro de uma fiel. O réu tem negado o crime e vai recorrer da sentença.

De acordo com o processo judicial, o estupro ocorreu no final de 2006, dentro da igreja.

Diz a sentença: "As testemunhas ouvidas relatam com firmeza como o acusado é uma pessoa manipuladora, fria, só pensa em si, utilizando-se das pessoas para satisfazer seus instintos mais primitivos e de forma promíscua, utiliza da boa-fé das pessoas para enganá-las”.

O pastor disse ser vítima de falsas acusações de pessoas manipuladas pela ong AfroReggae.

Pereira está preso preventivamente desde 8 de maio no presídio do complexo de Gerincinó, em Bangu, na zona oeste do Rio. Nesse período, a sede da ong sofreu atentados que seriam a mando do pastor.

Em uma entrevista na semana passada, o pastor disse que nada vai segurá-lo dentro de um presídio, porque ele “desaparecerá”.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou (acusação formal à Justiça) Pereira e o “Marcinho VP” (Márcio Nepomuceno dos Santos) pelo crime de associação ao tráfico.

Com informação das agências.





Pastor que exigia 'boa conduta' de fiéis é condenado por estupro
janeiro de 2012

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'Quando saí [do  convento], era como eu  tivesse renascido' Elizabeth Murad (foto), de Fort Pierce (EUA), lembra bem do dia em que saiu do convento há 41 anos. Sua sensação foi de alívio. Ela tocou as folhas de cada árvore pela qual passou. Ouviu os pássaros enquanto seus olhos azuis percorriam o céu, as flores e grama. Naquele dia, tudo lhe parecia mais belo. “Quando saí, era como se eu estivesse renascido”, contou. "Eu estava usando de novo os meus sentidos, querendo tocar em tudo e sentir o cheiro de tudo. Senti o vento soprando em meu cabelo pela primeira vez depois de um longo tempo." Ela ficou 13 anos em um convento franciscano de Nova Jersey. Hoje, aos 73 anos, Elizabeth é militante ateísta. É filiada a uma fundação que denuncia as violações da separação entre o Estado e Igreja. Ela tem lutado contra a intenção de organizações religiosas de serem beneficiadas com dinheiro público. Também participa do grupo Treasure Coast , de humanistas seculares.

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