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Religião, ateísmo, teoria da evolução e astronomia

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Reino Unido condena mulher que matou filho por não decorar Corão

Sara queria que 
Yassen, 7, fosse um hafiz
 (memorizador do Corão)
A Justiça do Reino Unido condenou Sara Ege (foto), 33, à prisão perpétua por ter batido em Yaseen (foto), seu filho de 7 anos, porque ele não conseguia decorar trechos do Corão. A pena poderá ser abrandada para 17 anos se Sara tiver bom comportamento. O crime ocorreu em julho de 2010.

A promotoria acusou Sara de ter colocado fogo em sua casa para que o corpo do menino fosse queimado, de modo a esconder o crime. Os peritos descobriram que o corpo tinha marca de violência e que Yassen morrera antes do incêndio.

Sara e Yousef Ali Ege, 39, o marido dela, tinham inscrito o menino em uma mesquita para que ele se tornasse um hafiz (memorizador do Corão). Mas o garoto preferiu brincar a ter de decorar 35 páginas a cada três meses — a meta que tinha de cumprir.

The Sun informou que Sara passou mal ao ouvir a sentença.

O juiz Wyn Williams disse estar convencido de que Yaseen, no dia em que viria a morrer, deixou de ir à escola para se dedicar às lições do Corão. “Ele [o garoto] deve ter errado em alguma das lições, e essa foi a razão do espancamento”, afirmou.

Com informação das agências.





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julho de 2012
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