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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Censura de juiz a vídeo anti-islã é 'uma vergonha', diz Malafaia

Silas Malafaia
Pastor disse que democracia
admite a crítica e o deboche
O pastor Silas Malafaia (foto), da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, disse que a decisão do juiz Gilson Delgado Miranda, da 25ª Vara do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo, de mandar o Youtube tirar do ar o vídeo “Inocência dos Muçulmanos” é “uma vergonha” porque contraria a Constituição brasileira.

“O filme é ridículo e repugnante, mas nada está acima da liberdade de expressão”, disse.

A determinação do juiz foi em resposta a um pedido da União Nacional das Entidades Islâmicas, para a qual o filme promove a discriminação contra as religiões.

No entendimento de Malafaia, contudo, "temos de entender que no Estado democrático de Direito estamos sujeitos ao deboche, à crítica, à contradição”. Acrescentou que "também temos o direito, segundo nossas convicções, de utilizarmos os mesmos princípios.”
Para ele, o Brasil não pode se dobrar “a nenhum tipo de radicalismo que fere os princípios democráticos”. Afirmou que no Brasil “não se podia falar contra gay, e agora também contra o islamismo”.

“Nas novelas debocham de evangélicos e pastores, e no cinema mundial existem vários filmes e documentários debochando da fé dos evangélicos e dos católicos”, afirmou. “Ninguém fala nada, ninguém diz nada, e ainda se utilizam do Estado Democrático de Direito, onde a crítica é livre – e eu concordo com isto.”

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