Professor católico apoia retirada de crucifixo de prédios da Justiça

O professor católico jesuíta Inácio José Spohr, coordenador do Programa Gestando o Diálogo Inter-religioso e o Ecumenismo da Unisinos, disse ser favorável à decisão do Conselho de Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul pela retirada dos crucifixos e demais símbolos religiosos de seus tribunais.

“O Estado tem de ser neutro”, disse. “De fato o crucifixo contempla as religiões cristãs e o Brasil evidentemente está se tornando um país multirreligioso.”

Para ele, tratou-se de uma “medida legal” de um Estado laico, e não de “uma resposta contra as religiões”.

Ainda assim o professor achou a decisão um pouco drástica, “de uma hora para outra, atendendo a um grupo de pessoas que pediram isso”.

A decisão do TJ foi em resposta a um pedido da Liga Brasileira de Lésbicas.

Com informação do Zero Hora.

Crucifixo em espaço público é direito da maioria, diz padre.
março de 2012

Religião no Estado laico.     Religião na Justiça.

Comentários

  1. Por incrível que pareça, ainda existem religiosos conscientes e coerentes. Thumbs up pra esse aí.

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  2. Só uma correção, Paulopes. Você escreveu "Estado Lácio", não Estado Laico.

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    1. O correto não seria Estado Louco?

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    2. Não, os crentes não dominaram o governo ainda.

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  3. Viram? Ser religioso consciente é possível, basta raciocinar um pouco.

    Troféu joinha para esse professor.

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  4. Não é a primeira vez que vemos esse tipo de exceção. É uma pena que seja só uma exceção. Se isso se tornasse regra, o mundo seria tão mais tranquilo.
    A parte chata disso é saber que, por ter dito isso, o cara com certeza vai sofrer retaliações dentro da sua religião. É sempre assim, religiosos demonstram um mínimo de bom-senso, cortam fora.

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  5. As lésbicas tem poder.

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  6. Logo, logo esse professor vai ser censurado pelo alto clero...

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    1. Ué? Por quê? Ele é professor, não padre.

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  7. Apoio esse professor... apesar dessa causa (crucifixo nos prédios públicos) ser um problema menor contra o estado laico. Ha coisas muito mais sérias contra a laicidade do estado promovidas pelo lobbye dos religiosos no Estado.

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  8. Paulo Lopes, deixe de ser ridículo!

    Você sabe muito bem que esses ditos "professor católico jesuíta" ao quem você se refere é claramente ligado a Teologia de Libertação.

    Ainda mais sabendo o que faz esse professor (Programa Gestando o Diálogo Inter-religioso e o Ecumenismo da Unisinos), que é uma das Universidades mais esquerdistas da região sul do país.

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    1. Pouco me importa se o professor é da Teologia de Libertação. Aqui não há preconceito contra nenhuma corrente democrática do pensamento. No mais, como jornalista, não brigo com fatos, e o que o professor disse é notícia.

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    2. Paulo Roberto Lopes, sim você deve mostrar que esse senhor segue a Teologia de Libertação.

      Vejamos o título que você colocou "Professor católico apoia retirada de crucifixo de prédios da Justiça"

      O certo seria Professor católico progressista.

      Omitindo isso, dá a impressão que são católicos praticantes, e eles não são.

      Um artigo que fala sobre a Unisinos:

      http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/12873-quem-divide-a-igreja.html

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    3. Mídia sem máscara? Isso não serve como fonte. É lixo.

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    4. Ue?
      Desculpando a minha ignorância em teologia,mas católico progressista,nao pode ser praticante?
      Para ser "Católico Praticante",nao pode ser católico progressista?
      Bom,vai ver que a confusa sou eu...

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    5. "Mídia sem máscara? Isso não serve como fonte. É lixo."

      E qual é o problema de colocar artigo do MSM?

      O Paulo Lopes coloca artigos de jornais esquerdista como o El Pais. Jornais de esquerda que defendem os mais tiranos ditadores esquerdistas, como o New York Times.

      Acredite, o New York Times é um jornal esquerdista.

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    6. Qual o seu ponto a provar, anônimo? Que o paulopes é mau jornalista ou que crente de verdade é aquele que acha a bíblia acima de constituição?

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    7. O anônimo das 02:31 sugere que o Paulopes deixe de lado jornais como NYT e El País como fontes e passe a se nortear pelo blog Mídia Sem Máscara.

      Ou seja, esse anônimo é ridículo. Não é para ser levado a sério.

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    8. Pedro Lobo, não sugeri nada disso. Você é quem está sendo ridículo.

      Eu escrevi que se o Paulo Lopes pode colocar artigos de jornais esquerdistas, por que eu não posso colocar artigos de informações não esquerdistas?

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  9. Anônima de 05:42. É, você que está fazendo confusão.

    Só é católico praticante quem segue a doutrina católica. Se uma pessoa se diz católica e apoia o aborto, não é católica praticante. Mesmo que essa pessoa vá a missa todos os domingos.

    Aliás, uma pessoa que se diz católica e sabendo que a igreja condena o comportamento homossexual e o aborto, e ainda sim diz que é católica, pode apostar que essa pessoa só quer trazer confusão para dentro da igreja e entre os fieis.

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    1. Sendo assim, não existem mais católicos praticantes, pois nenhum deles segue TODAS as doutrinas, como a de não trabalhar no sábado e apedrejar infiéis.

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    2. Pois é Israel, realmente seguindo a lógica do Anônimo acima, não há cristãos praticantes, o que eu não entendo é que, se eles não seguem à risca certos mandamentos da bíblia, isso significa que a bíblia pode ser flexível, então por que tamanha preocupação com os homossexuais ou a questão do aborto?

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    3. Os bibliólatras só são flexíveis com o que lhes convém. Quando tem algo na bíblia que atraplhe o estilo de vida deles, logo é ignorado [ex: Sábado não se pode trabalhar]. A variedade de interpretações diferentes que se pode ter da bíblia é outro fator que cai como uma luva pra eles, pois podem racionalizar do jeito que bem lhes convém em cima de versículos vaporosos.
      A pergunta que fica é: o que é que qualifica uma pessoa como cristão?

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    4. "Sendo assim, não existem mais católicos praticantes, pois nenhum deles segue TODAS as doutrinas, como a de não trabalhar no sábado e apedrejar infiéis."

      Existir, existem. Acontece que não são maioria.

      Agora não trabalhar no sábado pelo que sei é coisa de Adventistas e judeus, não de católicos.

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    5. Está na Bíblia, então deveria ser coisa de católico. Não é coisa de católico porque eles costumam escolher que ordens de seu deus vão obedecer e quais não.

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    6. Mas os católicos não são os únicos Israel Chaves. Muitas seitas protestantes também professam o domingo como dia sagrado.

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  10. Não não. Católicos não seguem o velho testamento, então podem trabalhar sábado...

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