Fieis foram orientados a não terem animais domésticos para que haja purificação da casa
Reportagem do 9News (Austrália), informa que membros da Plymouth Brethren Christian Church, conhecida como Irmãos Exclusivos, receberam a orientação de que as casas deveriam ser "purificadas" de animais depois que um parente do líder Bruce Hales foi atacado por um cachorro.
A desconfiança sobre a negativa vem do passado do grupo: nos anos 1960, a seita instruiu os membros a sacrificar seus pets, sob o argumento de que doá-los seria pecado. Há ainda o relato de um homem cego que teria sido expulso da igreja por se recusar a abrir mão de seu cão-guia. netfmnetfm
Repercussão entre ex-membros
O caso foi amplificado por ex-integrantes, como o podcast canadense Get A Life – Ex-Cult Conversations, que publicou episódios com títulos como um apelo para impedir a igreja de "matar mais pets".
A igreja ensina que a unidade entre os fiéis se alcança pela separação do que considera mal, e contesta a caracterização de seita. A questão dos pets se encaixa nesse padrão de controle sobre a vida doméstica, ao lado de proibições como TV e rádio. Estima-se que haja cerca de 16 mil membros na Austrália.
O comunicado interno dizia que havia relatos de membros que voltaram a ter pets, incluindo cães e outros animais, prática que já tinha sido condenada no ministério da igreja.
A ordem gerou repercussão internacional e circularam denúncias de que os animais estariam sendo sacrificados.
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A seita negou ter mandado os membros sacrificarem seus pets, mas confirmou que eles foram instados a se desfazer dos animais |
A ordem gerou repercussão internacional e circularam denúncias de que os animais estariam sendo sacrificados.
Na versão oficial, a igreja afirmou que poucas famílias do grupo têm pets porque costumam evitar distrações da família, da fé e de Deus, como televisão, rádio e animais de estimação, e que, após um incidente traumático em que uma criança foi atacada por um cão na casa de um membro, sua posição sobre pets foi reafirmada aos fiéis em maio de 2026.
O comunicado sugeriu que os animais fossem doados a vizinhos, colegas ou abrigos, e classificou como falsos e angustiantes os comentários online que interpretaram a orientação como ordem de eutanásia.
O precedente histórico
O precedente histórico
A desconfiança sobre a negativa vem do passado do grupo: nos anos 1960, a seita instruiu os membros a sacrificar seus pets, sob o argumento de que doá-los seria pecado. Há ainda o relato de um homem cego que teria sido expulso da igreja por se recusar a abrir mão de seu cão-guia. netfmnetfm
Repercussão entre ex-membros
O caso foi amplificado por ex-integrantes, como o podcast canadense Get A Life – Ex-Cult Conversations, que publicou episódios com títulos como um apelo para impedir a igreja de "matar mais pets".
Segundo o programa, diante da indignação global com a proibição, Bruce Hales não recuou e, ao contrário, resgatou algumas de suas pregações mais notórias de 2003, em duas quintas-feiras seguidas.
O podcast relata que houve questionamentos e discussões em famílias, com jovens resistindo e líderes locais tendo de explicar como regras de 2003 se aplicam em 2026. Vale notar que essas fontes são de dissidentes, portanto parte interessada.
Contexto
Contexto
A igreja ensina que a unidade entre os fiéis se alcança pela separação do que considera mal, e contesta a caracterização de seita. A questão dos pets se encaixa nesse padrão de controle sobre a vida doméstica, ao lado de proibições como TV e rádio. Estima-se que haja cerca de 16 mil membros na Austrália.
Com informação do 9News e de outras fontes.

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