Militares usam Bíblia para justificar guerra; extremismo cristão avança no Pentágono durante conflito
Denúncias apontam que oficiais utilizam o Livro do Apocalipse e a volta de Cristo para motivar soldados em operações contra o governo iraniano.
A Fundação para a Liberdade Religiosa Militar (MRFF) recebeu 200 queixas de soldados sobre o uso de retórica cristã extremista para justificar a guerra.
Comandantes afirmam que o conflito contra o Irã faz parte de um plano divino e citam o Armagedom para motivar as tropas americanas no Oriente Médio.
Sara Braun, jornalista do El Diario, relatou que chefes militares usam o Livro do Apocalipse como base para as operações atuais das forças armadas.
Um sargento afirmou que seu superior descreveu o presidente Donald Trump como um ungido de Jesus para iniciar o fogo no Irã e marcar o retorno de Cristo.
A queixa foi feita em nome de 15 soldados, incluindo cristãos, muçulmano e judeu, segundo informou o jornalista independente Jonathan Larsen.
Mikey Weinstein, presidente da MRFF, disse que nacionalistas cristãos tentam assumir o controle do governo e dos militares dos Estados Unidos.
Weinstein declarou que os subordinados não conseguem se defender dos abusos porque o superior militar não é como um gerente de uma cafeteria.
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, é apontado como adepto do nacionalismo cristão e da doutrina que defende o controle religioso sobre a sociedade.
Hegseth apoia visões do pastor Doug Wilson, que defende que o mundo deve ser cristão e que mulheres não podem ocupar cargos de liderança nas tropas.
O Pentágono evitou comentar as denúncias de proselitismo e divulgou vídeos de Hegseth sobre a movimentação militar em curso no território iraniano.
O Departamento de Defesa mantém as operações no Golfo Pérsico enquanto as queixas de violação da separação entre Igreja e Estado aumentam no país.
Com informação de The Guardian, El Diario e MRFF.
Denúncias apontam que oficiais utilizam o Livro do Apocalipse e a volta de Cristo para motivar soldados em operações contra o governo iraniano.
A Fundação para a Liberdade Religiosa Militar (MRFF) recebeu 200 queixas de soldados sobre o uso de retórica cristã extremista para justificar a guerra.
Comandantes afirmam que o conflito contra o Irã faz parte de um plano divino e citam o Armagedom para motivar as tropas americanas no Oriente Médio.
Sara Braun, jornalista do El Diario, relatou que chefes militares usam o Livro do Apocalipse como base para as operações atuais das forças armadas.
Um sargento afirmou que seu superior descreveu o presidente Donald Trump como um ungido de Jesus para iniciar o fogo no Irã e marcar o retorno de Cristo.
A queixa foi feita em nome de 15 soldados, incluindo cristãos, muçulmano e judeu, segundo informou o jornalista independente Jonathan Larsen.
Mikey Weinstein, presidente da MRFF, disse que nacionalistas cristãos tentam assumir o controle do governo e dos militares dos Estados Unidos.
Weinstein declarou que os subordinados não conseguem se defender dos abusos porque o superior militar não é como um gerente de uma cafeteria.
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, é apontado como adepto do nacionalismo cristão e da doutrina que defende o controle religioso sobre a sociedade.
Hegseth apoia visões do pastor Doug Wilson, que defende que o mundo deve ser cristão e que mulheres não podem ocupar cargos de liderança nas tropas.
O Pentágono evitou comentar as denúncias de proselitismo e divulgou vídeos de Hegseth sobre a movimentação militar em curso no território iraniano.
O Departamento de Defesa mantém as operações no Golfo Pérsico enquanto as queixas de violação da separação entre Igreja e Estado aumentam no país.
Com informação de The Guardian, El Diario e MRFF.

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