Relatório norueguês indica que educação religiosa conservadora gera medo de Satanás, isolamento social e vergonha da sexualidade natural.
Crianças criadas em comunidades cristãs fechadas enfrentam alto risco de violações de direitos. O ambiente rígido impõe valores que geram traumas psicológicos permanentes.
Anja Bredal, pesquisadora do Instituto Norueguês de Pesquisa sobre Infância, Bem-Estar e Envelhecimento, afirma que essas crianças crescem sob constante medo de Satanás.
O relatório “Uma Infância Segregada” detalha que a doutrinação foca na obediência cega. O objetivo é evitar que os jovens se tornem adultos independentes com opiniões próprias.
Bredal explica que o mundo é dividido entre “nós”, os salvos, e “eles”, os pecadores. Essa visão dualista faz com que os alunos se sintam solitários nas escolas públicas.
A comunicação com outros garotos é dificultada. Muitas vezes, crianças abandonam times de futebol ou atividades sociais para cumprir a agenda exaustiva da igreja.
Ingrid Smette, pesquisadora do Instituto Norueguês de Pesquisa sobre Infância, Bem-Estar e Envelhecimento, aponta que a sexualidade é tratada como algo impuro e perigoso.
“Tudo o que envolve sensações corporais, sonhos e atração é impuro”, diz Smette. Jovens são obrigados a confessar atos naturais, como a masturbação, a líderes masculinos.
“É um fardo psicológico viver com o medo de fazer algo errado que terá consequências fatais para si e para quem ama”, afirma Bredal sobre a pressão religiosa.
Um homem de 40 anos, ex-membro das Testemunhas de Jeová, relata que o pavor de demônios prejudicou sua saúde mental. Ele se tornou um garoto autodestrutivo e ansioso.
No Brasil, o cenário de negação científica reforça o isolamento. Paulopes destaca que o criacionismo é usado para blindar crianças contra a teoria da evolução.
A estratégia nega fatos biológicos para manter o controle ideológico. Isso impede que o jovem compreenda a ancestralidade comum e a seleção natural das espécies.
O controle sobre o tempo e o pensamento é visto pelos pesquisadores como violência psicológica. A criança não exerce o direito de formar a própria consciência.
As Testemunhas de Jeová negam as acusações. A organização afirma que sua educação foca no amor e na liberdade, apesar das restrições sociais impostas aos membros.
O governo norueguês recorreu ao Supremo Tribunal para manter o corte de subsídios a grupos que violam direitos infantis. O caso segue em disputa jurídica.
Crianças criadas em comunidades cristãs fechadas enfrentam alto risco de violações de direitos. O ambiente rígido impõe valores que geram traumas psicológicos permanentes.
Anja Bredal, pesquisadora do Instituto Norueguês de Pesquisa sobre Infância, Bem-Estar e Envelhecimento, afirma que essas crianças crescem sob constante medo de Satanás.
O relatório “Uma Infância Segregada” detalha que a doutrinação foca na obediência cega. O objetivo é evitar que os jovens se tornem adultos independentes com opiniões próprias.
Bredal explica que o mundo é dividido entre “nós”, os salvos, e “eles”, os pecadores. Essa visão dualista faz com que os alunos se sintam solitários nas escolas públicas.
A comunicação com outros garotos é dificultada. Muitas vezes, crianças abandonam times de futebol ou atividades sociais para cumprir a agenda exaustiva da igreja.
Ingrid Smette, pesquisadora do Instituto Norueguês de Pesquisa sobre Infância, Bem-Estar e Envelhecimento, aponta que a sexualidade é tratada como algo impuro e perigoso.
“Tudo o que envolve sensações corporais, sonhos e atração é impuro”, diz Smette. Jovens são obrigados a confessar atos naturais, como a masturbação, a líderes masculinos.
“É um fardo psicológico viver com o medo de fazer algo errado que terá consequências fatais para si e para quem ama”, afirma Bredal sobre a pressão religiosa.
Um homem de 40 anos, ex-membro das Testemunhas de Jeová, relata que o pavor de demônios prejudicou sua saúde mental. Ele se tornou um garoto autodestrutivo e ansioso.
No Brasil, o cenário de negação científica reforça o isolamento. Paulopes destaca que o criacionismo é usado para blindar crianças contra a teoria da evolução.
A estratégia nega fatos biológicos para manter o controle ideológico. Isso impede que o jovem compreenda a ancestralidade comum e a seleção natural das espécies.
O controle sobre o tempo e o pensamento é visto pelos pesquisadores como violência psicológica. A criança não exerce o direito de formar a própria consciência.
As Testemunhas de Jeová negam as acusações. A organização afirma que sua educação foca no amor e na liberdade, apesar das restrições sociais impostas aos membros.
O governo norueguês recorreu ao Supremo Tribunal para manter o corte de subsídios a grupos que violam direitos infantis. O caso segue em disputa jurídica.
Com informação de Paulopes e NRK.
Lesão no cérebro pode resultar em fanatismo religioso, diz estudo

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