Crise financeira atinge instituição da Universal após colapso de parceiros. O Digimais opera com sete filiais e mantém foco em crédito consignado
A liquidação do Banco Master pelo Banco Central (BC) em novembro de 2025 atingiu o Digimais. O banco pertence a Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus.
O Digimais já enfrentava crises e processos judiciais. Relatórios de 2024 e 2025 indicaram alta inadimplência. O patrimônio foi corroído e exigiu aportes financeiros diretos de Macedo.
Parte dos correntistas do Digimais são fiéis da Universal. Muitos deixaram de pagar o dízimo para arcar com os elevados juros do próprio banco, segundo a Folha de S.Paulo.
A estratégia de usar a igreja para promover o banco gerou efeito colateral. O endividamento dos seguidores prejudicou a arrecadação da instituição religiosa, principal fonte de renda.
Roberto Campos Marinho Filho, dono da Yards Capital, cobra quase R$ 500 milhões do banco. Ele afirma que papéis do Master, Reag e Fictor, que lastreiam o fundo EXP 1, viraram pó.
Marinho Filho diz que 22.185 títulos de crédito não tinham lastro. Ele acusa o Digimais de intervir nos pagamentos que deveriam ir para o fundo de investimento.
Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil, preside o Digimais. Ele tenta reestruturar o balanço. O banco nega irregularidades e diz que a responsabilidade é de quem gerou o crédito.
O BC vetou a venda do Digimais para Maurício Quadrado, ex-sócio do Master, em fevereiro de 2026. O órgão citou riscos sistêmicos e prejuízos acumulados de R$ 744 milhões desde 2022.
Tércio Borlenghi Jr., da Ambipar, também tentou comprar o banco. O negócio fracassou antes da recuperação judicial da Ambipar em outubro de 2025. O Nubank desistiu de oferta similar.
Pesquisas sobre religiões no Brasil indicam que o pragmatismo financeiro tem alterado o comportamento de grupos neopentecostais, conforme dados do portal Paulopes sobre o tema.
Há suspeita de que a cúpula da Universal usava o banco para monitorar o sigilo financeiro de pastores. O objetivo era evitar desvios de recursos não autorizados pela liderança, conforme registros de 2024.
Marcelo Brasil, diretor jurídico do Digimais, afirma que o banco repassou R$ 88 milhões ao fundo. A disputa judicial deve seguir até a amortização das cotas prevista para o final do mês.
Com informação de UOL, Revista Oeste, MidiaNews, Folha de S.Paulo, Wikipedia, Paulopes e outras fontes.
A liquidação do Banco Master pelo Banco Central (BC) em novembro de 2025 atingiu o Digimais. O banco pertence a Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus.
O Digimais já enfrentava crises e processos judiciais. Relatórios de 2024 e 2025 indicaram alta inadimplência. O patrimônio foi corroído e exigiu aportes financeiros diretos de Macedo.
Parte dos correntistas do Digimais são fiéis da Universal. Muitos deixaram de pagar o dízimo para arcar com os elevados juros do próprio banco, segundo a Folha de S.Paulo.
A estratégia de usar a igreja para promover o banco gerou efeito colateral. O endividamento dos seguidores prejudicou a arrecadação da instituição religiosa, principal fonte de renda.
Roberto Campos Marinho Filho, dono da Yards Capital, cobra quase R$ 500 milhões do banco. Ele afirma que papéis do Master, Reag e Fictor, que lastreiam o fundo EXP 1, viraram pó.
Marinho Filho diz que 22.185 títulos de crédito não tinham lastro. Ele acusa o Digimais de intervir nos pagamentos que deveriam ir para o fundo de investimento.
Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil, preside o Digimais. Ele tenta reestruturar o balanço. O banco nega irregularidades e diz que a responsabilidade é de quem gerou o crédito.
O BC vetou a venda do Digimais para Maurício Quadrado, ex-sócio do Master, em fevereiro de 2026. O órgão citou riscos sistêmicos e prejuízos acumulados de R$ 744 milhões desde 2022.
Tércio Borlenghi Jr., da Ambipar, também tentou comprar o banco. O negócio fracassou antes da recuperação judicial da Ambipar em outubro de 2025. O Nubank desistiu de oferta similar.
Pesquisas sobre religiões no Brasil indicam que o pragmatismo financeiro tem alterado o comportamento de grupos neopentecostais, conforme dados do portal Paulopes sobre o tema.
Há suspeita de que a cúpula da Universal usava o banco para monitorar o sigilo financeiro de pastores. O objetivo era evitar desvios de recursos não autorizados pela liderança, conforme registros de 2024.
Marcelo Brasil, diretor jurídico do Digimais, afirma que o banco repassou R$ 88 milhões ao fundo. A disputa judicial deve seguir até a amortização das cotas prevista para o final do mês.
Com informação de UOL, Revista Oeste, MidiaNews, Folha de S.Paulo, Wikipedia, Paulopes e outras fontes.

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