Apenas nações como Grécia e Itália tiveram perdas maiores na fé. Os EUA se aproximam do padrão de economias avançadas da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e se tornam um caso atípico.
A importância da religião nos EUA caiu 17 pontos em dez anos. O índice passou de 66% em 2015 para 49% hoje.
Metade dos americanos afirma agora que a religião não é parte relevante do dia a dia. A sociedade permanece dividida sobre o tema, mantendo o padrão verificado no ano passado.
O recuo classifica-se entre os maiores já registrados pelo instituto desde 2007. Apenas 14 de mais de 160 países analisados no período tiveram quedas superiores a 15 pontos.
Poucas nações ricas tiveram perdas maiores. A lista inclui a Grécia com queda de 28 pontos e a Itália com 23 pontos. A Polônia também registrou recuo de 22 pontos.
Outros países verificaram descidas similares à dos EUA. O Chile, a Turquia e Portugal aparecem nesse grupo de nações onde a fé perdeu espaço considerável na última década.
A média global de religiosidade segue estável em 83%. Com o declínio interno, o abismo entre a realidade americana e o restante do mundo aumentou de forma clara.
Os EUA se aproximam agora das economias avançadas. Nos 38 países da OCDE, apenas 36% dos adultos dizem que a religião importa. A distância nunca foi tão curta.
O país ocupa um lugar único no cenário mundial. A identificação cristã é alta como na Europa do Norte, mas a prática religiosa ainda supera a dessas nações.
A relevância da fé no cotidiano americano lembra a de países católicos como Polônia e Itália. Porém, menos americanos se identificam como cristãos comparado a essas populações.
O portal Paulopes já apontou tendências similares anteriormente, como o aumento dos sem religião. O cenário atual reforça o afastamento das tradições.
Os dados são de entrevistas feitas entre junho e julho de 2025. Foram ouvidos 1.000 adultos por telefone. A margem de erro é de 4,4 pontos percentuais. A análise é de Benedict Vigers e Julie Ray, do Gallup.
A importância da religião nos EUA caiu 17 pontos em dez anos. O índice passou de 66% em 2015 para 49% hoje.
Metade dos americanos afirma agora que a religião não é parte relevante do dia a dia. A sociedade permanece dividida sobre o tema, mantendo o padrão verificado no ano passado.
O recuo classifica-se entre os maiores já registrados pelo instituto desde 2007. Apenas 14 de mais de 160 países analisados no período tiveram quedas superiores a 15 pontos.
Poucas nações ricas tiveram perdas maiores. A lista inclui a Grécia com queda de 28 pontos e a Itália com 23 pontos. A Polônia também registrou recuo de 22 pontos.
Outros países verificaram descidas similares à dos EUA. O Chile, a Turquia e Portugal aparecem nesse grupo de nações onde a fé perdeu espaço considerável na última década.
A média global de religiosidade segue estável em 83%. Com o declínio interno, o abismo entre a realidade americana e o restante do mundo aumentou de forma clara.
Os EUA se aproximam agora das economias avançadas. Nos 38 países da OCDE, apenas 36% dos adultos dizem que a religião importa. A distância nunca foi tão curta.
O país ocupa um lugar único no cenário mundial. A identificação cristã é alta como na Europa do Norte, mas a prática religiosa ainda supera a dessas nações.
A relevância da fé no cotidiano americano lembra a de países católicos como Polônia e Itália. Porém, menos americanos se identificam como cristãos comparado a essas populações.
O portal Paulopes já apontou tendências similares anteriormente, como o aumento dos sem religião. O cenário atual reforça o afastamento das tradições.
Os dados são de entrevistas feitas entre junho e julho de 2025. Foram ouvidos 1.000 adultos por telefone. A margem de erro é de 4,4 pontos percentuais. A análise é de Benedict Vigers e Julie Ray, do Gallup.


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