O escritor americano Philip David Yancey, 76, ficou rico vendendo milhões de exemplares defendendo os valores da família cristã, entre os quais a lealdade à mulher.
Neste janeiro de 2026, seus leitores e ouvintes de suas palestras ficaram perplexos: ele confessou ter traído sua mulher, Janet, por 8 anos. O casamento dele tem mais de 50 anos.
Yancey construiu um império literário com a imagem de “peregrino da graça”. Ele vendeu mais de 15 milhões de livros pregando moralidade.
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A confissão do escritor caiu como uma bomba no mercado editorial gospel. O autor sempre condena em seus livros o que chamava de “relativismo moral” do mundo |
Em nota, Yancey admitiu que sua conduta desafiou tudo o que ele escreveu por décadas.
Ele descrevia o casamento como “trabalho árduo” e sagrado. Dizia que a fidelidade era um teste de caráter cristão.
Em “Rumores de Outro Mundo”, ele chamou o matrimônio de “pequena igreja”. A realidade dele, porém, passava longe do altar.
O escritor criticava quem via romance em casos extraconjugais. Ele chamava isso de “ilusão de graça” na cultura moderna.
Para ele, o amor real exigia suportar as falhas do parceiro. Na prática, ele buscou consolo fora de casa.
A confissão ocorre três anos após ele informar ter Parkinson. A doença não o impediu de manter a vida dupla.
O caso lembra o do apologista Ravi Zacharias, outro ícone que pregava uma coisa e fazia outra.
Yancey anunciou aposentadoria imediata. Ele diz que vai tentar “viver à altura das palavras” que já vendeu a tantos fiéis.
Com informação de nota oficial e outras fontes.
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