A obra de André Borowski classifica crenças como “contos de fadas” perigosos e sugere que o Estado trate a fé como questão de saúde pública
O livro Considérations sur les pathologies religieuses ( “Considerações sobre Patologias Religiosas”), de André Borowski, sem tradução para o português, atua como um manifesto. O autor defende o rigor intelectual e a ciência.
Ele alerta contra violações da liberdade de consciência. Para Borowski, a própria liberdade de crença serve como arma contra a fé cega.
A obra pode ser resumida na palavra “epistemologias”. Isso significa os métodos usados para adquirir conhecimento real sobre o mundo.
O autor argumenta que só existe uma epistemologia válida: a científica. Ele usa a sigla FARSIPP para definir seus critérios centrais.
FARSIPP une falseabilidade, repetibilidade, simplicidade, probabilidade e previsibilidade. A ciência é difícil, mas é a única ferramenta confiável.
Já as religiões usam o que Borowski chama de “epistemologia dos contos de fadas”. Elas tentam explicar o mundo com narrativas sem provas.
O valor dessas histórias está apenas na narrativa, não na verdade. Crenças religiosas nascem da imaginação e não podem ser testadas.
O livro não foca em dogmas específicos. O alvo é o modo de pensar falho que cria essas crenças. Para o autor, não existem “boas crenças”.
Cientistas costumam ser modestos sobre o que sabem. Já os defensores da fé mostram um orgulho exagerado, mesmo sem provas reais.
A linguagem de Borowski é direta. Ele compara religiões a refrigerantes: produtos perigosos que deveriam ficar longe das crianças.
Para ele, a religião não explica nada. Ela apenas conforta de modo temporário e cria uma cortina de fumaça para a ignorância.
O fenômeno religioso deve ser encarado como um vício. É um caso especial de dependência que exige tratamento, não respeito automático.
A sociedade dá um privilégio intelectual indevido à fé. A ideia de que toda opinião religiosa merece consideração é contestada na obra.
A ciência busca descrever a realidade. A religião foca apenas no marketing e ignora a plausibilidade. Esse privilégio precisa acabar.
Borowski rejeita a ideia de que ciência e religião não se misturam. Essa tese, proposta por Stephen Jay Gould, dava à fé o monopólio da moral.
O autor afirma que a incompatibilidade é absoluta. As religiões rejeitam o método científico, criando um conflito inevitável.
Dar autoridade moral à religião é um erro. Regras morais absolutas não funcionam. É preciso usar probabilidade para reduzir danos.
A obra cita Hector Avalos para ligar fé e violência. Religiões criam recursos imaginários que geram disputas reais entre fiéis.
Como esses recursos não existem, não há como resolver conflitos objetivamente. Isso leva ao uso da força e à violência religiosa.
Uma divindade ou lei divina é vista como eterna e ilimitada. Isso gera justificativas para qualquer ato, inclusive os mais violentos.
A crença baseada apenas na imaginação não tem limites naturais. Por não ser refutada por fatos, torna-se fonte de perigo coletivo.
O livro propõe um laicismo renovado e ativo. A antiga separação entre Igreja e Estado de 1905 já não basta para os desafios atuais.
A neutralidade do Estado não pode ser apenas defensiva. É preciso defender a ciência ativamente contra a força de trabalho das igrejas.
O secularismo eficaz deve ser ofensivo. O Estado deve combater crenças religiosas assim como combate o fumo ou o álcool.
Liberdade de crença não é um direito absoluto. É o direito de não ter uma fé imposta e de poder se livrar dela se desejar.
Um Estado verdadeiramente laico intervém por saúde pública. Deixar as religiões sem controle permite que elas dominem a esfera pública.
O autor critica o relativismo cultural e a política identitária. Ele apoia leis que limitam símbolos religiosos em serviços públicos.
Opositores do laicismo usam termos como “islamofobia” para calar críticas. Borowski vê isso como uma tática de difamação.
O problema real seria a “manias” religiosas. Grupos de crentes tentam se passar por vítimas de discriminação para manter privilégios.
É crucial separar a crença do crente. A luta é contra a ideia patológica, não contra a pessoa que sofre dessa condição.
Perseguir pessoas não elimina a fé. Rotular crentes de loucos é anticientífico. A crença deve ser vista como uma falha humana.
O objetivo é tratar a patologia. Ataques pessoais não funcionam. É necessário entender o contexto para combater a “tolice” da fé.
Para combater costumes considerados bárbaros, é preciso abandonar as próprias crenças que sustentam esses comportamentos.
A identificação da fé como patologia mental é o caminho proposto. Só assim será possível uma luta eficaz contra o extremismo.
>Com informação de André Borowski/Considerações sobre Patologias Religiosas
O livro Considérations sur les pathologies religieuses ( “Considerações sobre Patologias Religiosas”), de André Borowski, sem tradução para o português, atua como um manifesto. O autor defende o rigor intelectual e a ciência.
Ele alerta contra violações da liberdade de consciência. Para Borowski, a própria liberdade de crença serve como arma contra a fé cega.
A obra pode ser resumida na palavra “epistemologias”. Isso significa os métodos usados para adquirir conhecimento real sobre o mundo.
O autor argumenta que só existe uma epistemologia válida: a científica. Ele usa a sigla FARSIPP para definir seus critérios centrais.
FARSIPP une falseabilidade, repetibilidade, simplicidade, probabilidade e previsibilidade. A ciência é difícil, mas é a única ferramenta confiável.
Já as religiões usam o que Borowski chama de “epistemologia dos contos de fadas”. Elas tentam explicar o mundo com narrativas sem provas.
O valor dessas histórias está apenas na narrativa, não na verdade. Crenças religiosas nascem da imaginação e não podem ser testadas.
O livro não foca em dogmas específicos. O alvo é o modo de pensar falho que cria essas crenças. Para o autor, não existem “boas crenças”.
Cientistas costumam ser modestos sobre o que sabem. Já os defensores da fé mostram um orgulho exagerado, mesmo sem provas reais.
A linguagem de Borowski é direta. Ele compara religiões a refrigerantes: produtos perigosos que deveriam ficar longe das crianças.
Para ele, a religião não explica nada. Ela apenas conforta de modo temporário e cria uma cortina de fumaça para a ignorância.
O fenômeno religioso deve ser encarado como um vício. É um caso especial de dependência que exige tratamento, não respeito automático.
A sociedade dá um privilégio intelectual indevido à fé. A ideia de que toda opinião religiosa merece consideração é contestada na obra.
A ciência busca descrever a realidade. A religião foca apenas no marketing e ignora a plausibilidade. Esse privilégio precisa acabar.
Borowski rejeita a ideia de que ciência e religião não se misturam. Essa tese, proposta por Stephen Jay Gould, dava à fé o monopólio da moral.
O autor afirma que a incompatibilidade é absoluta. As religiões rejeitam o método científico, criando um conflito inevitável.
Dar autoridade moral à religião é um erro. Regras morais absolutas não funcionam. É preciso usar probabilidade para reduzir danos.
A obra cita Hector Avalos para ligar fé e violência. Religiões criam recursos imaginários que geram disputas reais entre fiéis.
Como esses recursos não existem, não há como resolver conflitos objetivamente. Isso leva ao uso da força e à violência religiosa.
Uma divindade ou lei divina é vista como eterna e ilimitada. Isso gera justificativas para qualquer ato, inclusive os mais violentos.
A crença baseada apenas na imaginação não tem limites naturais. Por não ser refutada por fatos, torna-se fonte de perigo coletivo.
O livro propõe um laicismo renovado e ativo. A antiga separação entre Igreja e Estado de 1905 já não basta para os desafios atuais.
A neutralidade do Estado não pode ser apenas defensiva. É preciso defender a ciência ativamente contra a força de trabalho das igrejas.
O secularismo eficaz deve ser ofensivo. O Estado deve combater crenças religiosas assim como combate o fumo ou o álcool.
Liberdade de crença não é um direito absoluto. É o direito de não ter uma fé imposta e de poder se livrar dela se desejar.
Um Estado verdadeiramente laico intervém por saúde pública. Deixar as religiões sem controle permite que elas dominem a esfera pública.
O autor critica o relativismo cultural e a política identitária. Ele apoia leis que limitam símbolos religiosos em serviços públicos.
Opositores do laicismo usam termos como “islamofobia” para calar críticas. Borowski vê isso como uma tática de difamação.
O problema real seria a “manias” religiosas. Grupos de crentes tentam se passar por vítimas de discriminação para manter privilégios.
É crucial separar a crença do crente. A luta é contra a ideia patológica, não contra a pessoa que sofre dessa condição.
Perseguir pessoas não elimina a fé. Rotular crentes de loucos é anticientífico. A crença deve ser vista como uma falha humana.
O objetivo é tratar a patologia. Ataques pessoais não funcionam. É necessário entender o contexto para combater a “tolice” da fé.
Para combater costumes considerados bárbaros, é preciso abandonar as próprias crenças que sustentam esses comportamentos.
A identificação da fé como patologia mental é o caminho proposto. Só assim será possível uma luta eficaz contra o extremismo.
>Com informação de André Borowski/Considerações sobre Patologias Religiosas

Comentários
Mas exigir de certos ateus, agnósticos, socialistas, incréus e semelhantes alguma lucidez é impossível, pois eles são os próprios causadores da merda toda do mundo tendo por trás de si alguma mulher, como Adão tinha Eva e foi por Eva que entrou o pecado no mundo. Eles têm por trás alguma mãe muito tigresa que tornou-os gays ou muito amantes dessas mulheres babando na gravata por elas, dominados, chantageado por elas.
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Até o momento não localizei versões diferentes da francesa. Español ou inglês seriam mais palatáveis para mim. Imagino que em breve seja possível.
Pelos comentários odiosos e ofensivos acima, posso entender como a patologia religiosa é cega o suficiente para inibir a curiosidade que leva a uma leitura livre, algo indispensável antes de se emitir uma opinião inteligente a respeito de uma obra importante.
A palavra ciência desperta ódio nas hostes doutrinadas pela religião.
Grande abraço,
Juanico.
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