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Paquistão condena professor à morte sob acusação de ofensa a Maomé

Preso desde 2013,
Hafeez é acusado de
ofender o profeta

A Justiça do Paquistão condenou o professor Junaid Hafeez (foto) à morte sob a acusação de blasfêmia.

Preso desde 2013, o professor da Universidade Bahauddin Zakariya é acusado de ofender Maomé no Facebook.

O primeiro advogado de Junaid foi assassinado em 2014—ele vinha sendo ameaçado de morte por líderes religiosos.

A polícia não prendeu os assassinos.

O atual advogado permanece anônimo.

Ele disse à imprensa internacional que tudo foi arranjado para que houvesse a condenação à morte.

Juízes que poderiam preservar a vida Hafeez foram transferidos de distrito.

Há quarenta pessoas no corredor da morte do Paquistão. Algumas delas correm o risco de serem assassinadas pelos próprios presidiários, antes da decisão final da Justiça.

O advogado de Hafeez entrou com recurso na Suprema Corte do Paquistão.

Com informação de sites internacionais.





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Comentários

  1. As vezes não consigo entender certas coisas que acontecem.. o cara mora num pais primitivo .. de povo ignorante e selvagem .. e pior ... super enlouquecidos fanaticamente pela religião ...e acha que pode falar o que quiser ... Infelizmente a realidade é simples .. mora com porcos .. vais comer lavagem .. e não adianta espernear .. a unica saída .. eh abrir a porta do chiqueiro e ir embora ... Se aqui na banania ainda que exista um arremedo de democracia a coisa já eh ruim pra quem não curte fantasias religiosas .. que dirá nesses países medievais....

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  2. O Brasil do futuro se a bancada evangélica continuar crescendo..

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  3. Assistente Religioso26 de dezembro de 2019 11:33

    Quem ofende deve matar o ofendido, pois se ficar só na ofensa, acaba sendo morto.

    Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Pagais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia, a fidelidade. Eis o que era preciso praticar em primeiro lugar, sem contudo deixar o restante.

    Mateus 23:23

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abolicionista Diario Popular, 
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