Padre de Michigan (EUA) se recusa a dar hóstia à lésbica

Nolan disse que
 Sara não deveria
 frequentar a Igreja

O padre Scott Nolan (foto), 33, da Igreja Santo Estevão de kent, no Estado de Michigan (EUA), negou a eucaristia a Sara Smolenski (foto) por ela ser gay.

Ela deveria "respeitar a Igreja" e não mais voltar, disse Nolan.

Presidente do Tribunal Distrital de Kent, Sara tem 62 anos e foi batizada naquela Igreja, onde seus pais se casaram e ela frequentava desde jovem, há mais de 50 anos.

"É a primeira vez que me negam a eucaristia", disse.

"Fui criada naquela igreja, e fomos ensinados a 'amar a todos'".



Sara se assumiu publicamente a homossexualidade em 2016, quando se casou com sua namorada, Linda Burpee, 27, após a Suprema Corte dos Estados Unidos reconhecer a legalidade da união entre pessoas do mesmo sexo.

Antes, Nolan já sabia que Sara era gay.

Sara sempre ajudou a Igreja financeiramente.

A Igreja emitiu nota agradecendo a ajuda de Sara à comunidade, mas ressaltou que o fato de ela não ter eucaristia não estava em questão.

Pela tradição católica, os homossexuais, de fato, não podem participar do principal sacramento da Igreja, mas a maioria dos padres finge não ter conhecimento dos gays de sua comunidade.

A paróquia de Nolan, como outras dos Estados Unidos, só tem perdido fiéis nos últimos anos por causa dos escândalos dos padres pedófilos, entre outros motivos.

Com informação do Mirror e de outras fontes, com fotos da rede social.

Comentários

  1. Ele agiu corretamente. A Bíblia é bem clara quanto a homossexuais, pederastas, sodomitas e condena todas essas práticas sexuais como ilícitas.

    ResponderExcluir
  2. Marco Antonio, a escravidão contra o povo negro foi apoiada nas igrejas e usavam a Bíblia, não se esqueça disso e também não se esqueça que homofobia agora é crime de racismo seu animal.

    ResponderExcluir
  3. Marco, pela Bíblia não há um justo sequer. Você é um fariseu.

    ResponderExcluir

Postar um comentário


EDITOR DESTE SITE

Paulo Roberto Lopes é jornalista

profissional diplomado. Trabalhou

no jornal centenário abolicionista

Diario Popular, Folha de S.Paulo,

revistas da Editora Abril e

em outras publicações.

Contato