Malafaia e Paes viram réus por uso de verba pública em Marcha para Jesus

A juíza Mirela Erbisti, da 3ª Vara de Fazenda Pública do Rio, aceitou acusação do Ministério Público daquele Estado de que o pastor Silas Malafaia (foto) e o ex-prefeito Eduardo Paes fizeram uso indevido em 2012 de dinheiro público.

Pastor recebeu R$ 1,6 mi
dos cofres públicos para
 promover o evento

A Marcha de Jesus daquele ano do Rio teve o financiamento de R$ 1,6 milhão. As finanças da cidade já estavam no buraco.

Pela decisão tomada pela juíza em 10 de janeiro de 2019 e agora divulgada, o Conselho dos Ministros Evangélicos do Rio e Guilherme Schleder, ex-chefe da Casa Civil, também se tornaram réus por improbidade administrativa.

"Há indícios suficientes da participação de cada um dos demandados na prática do ato ímprobo", julgou Mirela.

Mafalaia acusou a juíza de perseguição religiosa, e Paes negou ter favorecido os evangélicos.

Agora, a juíza vai ouvir os acusados para anunciar uma decisão.

Com informações das agências.



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EDITOR DESTE SITE

Paulo Lopes é jornalista profissional diplomado.
Trabalhou no jornal centenário abolicionista
Diario Popular, Folha de S.Paulo, revistas da
Editora Abril e em outras publicações.