Líder americana de campanha antivacina morre de gripe suína e meningite

Aos 26 anos, Bray Payton (foto), líder de campanha antivacina, morreu em consequência de duas doenças para as quais há imunização: gripe suína e meningite.

Quando a jovem
 soube de seu equívoco,
 já era tarde

Em 2011, durante uma campanha de imunização contra coqueluche, Bre, como era chamada, comparou no Twitter a vacinação “ao demônio”.

Ela acabou sabendo que o “demônio” está na recusa à vacinação, mas para já era tarde.

Bre morreu no dia 28 de dezembro de 2018 na Califórnia, com grande repercussão porque era apresentadora de TV.


Também editava o site The Federalist, de tendência conservadora nos costumes e de pregação anticiência.

Tem caído nos Estados Unidos o índice de vacinação, por razões religiosas e pelo medo de haver uma contaminação pelo vírus da doença, o que existe em alguns casos, mas o risco é mínimo e vale a pena corrê-lo.

Na prática, o que ocorre é o resultado da lei de Darwin: quem não se adapta ao seu meio ambiente acaba sendo extinto.

Foi assim que ocorreu a evolução das espécies.

"Vacinação é do diabo"

Com informação das agências e foto de divulgação.



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Pastor se opõe à vacinação para combater sarampo no Canadá

Igreja Católica boicota vacinação contra a poliomielite no Quênia

Quem quiser morrer pela 'cura' da fé que morra, não crianças




Quem se opuser às vacinas deve responder por crime, diz Varella


A responsabilidade dos comentários é de seus autores.

Comentários

  1. Essa notícia não é totalmente verdadeira. A senhora era conservadora mas a comparação que fez no twitter, quando tinha 19 anos, era num tom irónico.

    Penso que o Jornal El País foi o único que se retratou até o momento.

    https://elpais.com/sociedad/2019/01/04/actualidad/1546613323_484502.html

    Fe de errores

    En una primera versión de esta información se mencionaba que la comunicadora era una activista antivacunas por una interpretación errónea de su actividad en redes sociales.

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    Respostas
    1. Um tweet de anos atrás te faz virar líder de uma campanha antivacina.

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  2. Achei a moça coerente. É (foi) uma crente, conservadora etc ... Pior é o hipócrita, que é crente, conservador, fala que o deus maravilhoso dele é o tal que o protege, mas esta sempre apelando a ciência .... vacinas, remédios etc.

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  3. 80% do povo americano é composto por ignorantes anticientíficos e fanáticos religiosos. São os científicos e cientistas que salvaram aquele país de fanáticos protestantes, de pastores midiáticos corruptos e imbecis! Esses fanáticos cretinos sempre foram contra a Ciência. Bray Payton foi linda ,mas muito burrinha, como todo o fanático religiosos!

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  4. 20.06.2019
    Por que os católicos e evangélicos brasileiros das Diretas-Já se preocupam mais com os 400 anos de escravidão dos hebreus no Egito do que com os 400 anos de escravidão e de genocídios dos negros e índios no Brasil? (L.C. BALREIRA).

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  5. 20.06.2019
    A LEI DO VENTRE LIVRE DOS BRASILEIROS DO BEM. Os fetos brasileiros das Diretas-Já estão sendo caçados por balas perdidas. Se sobreviverem serão assaltados e mortos pelos piratas cristãos-bolcheviques! Quem lhes dará proteção? Quem os libertará? Quem os salvará? (L.C. BALREIRA).

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  6. 05.12.2019
    DEVASTADORES ESCÂNDALOS DE SELVAGERIA POLÍTICA, RELIGIOSA E SEXUAL DO MILENAR E SECULAR CRISTIANISMO GLOBALIZADO. Mesmo assim, apesar das descobertas científicas e tecnológicas que estão revelando e divulgando ao mundo todos os crimes bárbaros do cristianismo, bem como provando e comprovando a impossibilidade da existência de deus, deuses, santos, vida após a morte, etc., bestas humanas irracionais continuam insistindo em crer na bestialidade religiosa. A ciência é a única religião perfeita até hoje criada pela humanidade, uma formidável vacina contra a ignorância, a superstição e outras bestialidades humanas, produtoras de reação negativas e brutais em cadeia. Sem a maravilhosa Ciência, que é verdade, é realidade, é dignidade humana, sequer uma desgraça ou tragédia humana, como, por exemplo, doenças infecciosas, teria sido solucionada. O justo desejo de decifrar segredos cósmicos e naturais teria sido possível, sem a Ciência e suas tecnologias. Estaríamos todos ainda na Idade das cavernas ou das Trevas. Estado, república, meios de comunicação de massa, organizações elitistas, instituições públicas, etc., submetem o povo, desde a mais tenra idade, a uma lavagem cerebral judaico-cristã bestial e irracional. O povo é condicionado a acreditar como verdade em textos bíblicos que a Ciência já provou e comprovou serem mentirosos, irreais; plágios e adaptações de contos, lendas, mitologias, folclores culturais criados a partir de cerca de 1800 anos antes dos hebreus e 3000 anos antes do começo do movimento cristão. É uma vergonha que tenhamos governantes, dirigentes, administradores, e demais agentes do estado laico, que acreditam e que pronunciam essas baboseiras religiosas para conquistar votos de cidadãos honestos, porém previamente preparadas para tornarem-se eleitores ingênuos, incautos. Esses ridículos canalhas candidatos, descaradamente, mencionam em público, como verdade, seres sobrenaturais, ridículos, absurdos, de existência improvável e cientificamente impossíveis. Trata-se tal estado de coisa algo ultrajante, afrontoso, insultuoso à dignidade humana de cidadãos inteligentes, livres-pensadores, progressistas, liberais, científicos, racionais; amantes da razão, da lógica, coerência, da liberdade. Esse comportamento religioso de integrantes do Estado e da República lança fezes e ovos podres em todas as conquistas da Ciência, do conhecimento, das tecnologias. É algo ofensivo e intolerável que mantém o Brasil uma nação atrasada, arcaica, obsoleta, copiadora e compradora, mas não produtora de conhecimentos, de Ciência, de tecnologias. O Brasil é país ridículo, contumaz e falso cumpridor de acordos internacionais sobre honestidade, dignidade humana, direitos fundamentais, democracia, estado de direito. Promessas de um Estado canalha, mentiroso, hipócrita, facínora, assassino, serial killer e genocida. LUÍS CARLOS BALREIRA. PRESIDENTE MUNDIAL DA LEGIÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA.

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EDITOR DESTE SITE

Paulo Roberto Lopes é jornalista

profissional diplomado. Trabalhou

no jornal centenário abolicionista

Diario Popular, Folha de S.Paulo,

revistas da Editora Abril e

em outras publicações.

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