PT afirma em documento que foi vítima de ‘empresas disfarçadas de igrejas’

[opinião]

O PT diz em um documento que uma das causas de sua derrota nas eleições presidenciais foi a oposição de “empresas disfarçadas de igrejas e pelo crime organizado”.

Trata-se de uma referência à Igreja Universal, ligada à TV Record, e a outras igrejas evangélicas que — o partido não admite — deram apoio aos presidentes Lula e Dilma.

Lula e Edir na
 época em que
 estavam de
mãos dadas

Foi Lula, aliás, quem abriu as portas da política para a militância evangélica, em depreciação da laicidade de Estado.

Como é notório, a presidente Dilma, em troca do apoio dos evangélicos, se pautou pela agenda conservadora em questões como aborto e igualdade de direitos aos homossexuais.

No governo da "presidenta", evangélicos foram premiados com cargos de pouca relevância na máquina administrativa, como o Ministério da Pesca, entregue por algum templo ao bispo da Universal Marcelo Crivella.

Agora, no novo governo, é o próprio presidente Bolsonaro que se coloca como representante dos conservadores religiosos, além de haver outros áulicos, como o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez.

E tudo começou lá atrás, com a aliança de Lula com o bispo Edir Macedo.




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