Bolsonaro é fantoche de fundamentalistas religiosos, denuncia pastor

O pastor Ricardo Gondim, da Igreja Betesda, escreve que líderes religiosos não devem fazer campanha para candidatos a cargos eletivos, de modo a evitar o “efeito manada”. Mas agora ele se vê na obrigação de alertar em quem não se deve votar nestas eleições de 2018: Jair Bolsonaro.

Argumenta que o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) é um “fantoche de grupos de extrema-direita, interessados em suspender a ordem em nome da segurança, e de meter o Brasil num perigoso fundamentalismo religioso”.

Discurso de ódio
 do candidato pode
 alavancar uma
agenda fascista

Gondim diz que Bolsonaro é uma ameaça à democracia.

“Ele [o candidato] põe em risco grupo minoritários como indígenas, homossexuais e imigrantes. Sua ideologia é confessadamente machista, já que tem as mulheres em um patamar inferior”, escreve.

“O discurso de ódio que o ex-capitão repete, guarda o potencial de alavancar a agenda fascista. Bolsonaro apela a grupos radicais e eles alimentam a intolerância.”

“Suas ideias se baseiam na propaganda falsa de que armar o povo estanca a violência. Um argumento tão grotesco como dizer que gasolina apaga fogo.”

Com tantos líderes evangélicos manifestando apoio a Bolsonaro, o alerta de Gondim merece destaque.



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Comentários

  1. Sou ateu mas voto mil vezes no Bolsonaro se for contra qualquer petista.
    Como Churchill, alio-me a Stalin contra Hitler.
    Alio-me a evangélicos contra comunistas safados bandidos.

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