Menino órfão pergunta ao papa Francisco se seu pai ateu está no Céu


Francisco respondeu
que Deus não abandona
pessoas boas

Um menino de oito anos, Emmanuele, perguntou ao papa Francisco se seu pai, que era ateu e tinha morrido recentemente, estava no Céu.

O papa respondeu que Deus não abandona as pessoas boas.

O encontro dos dois se deu no dia 15 de abril de 2018, domingo, durante uma visita do papa a Corviale, bairro da periferia de Roma.

Francisco encorajou o menino a conversar ao vê-lo quase chorando e depois pediu autorização da família de Emmanuele para revelar a todos sobre o que tinham falado.

O papa elogiou o pai de Emmanuele porque, mesmo não tendo o "dom da fé", batizou seus quatro filhos.

As agências de notícias não entram em detalhes, não informam se o pai era mesmo ateu ou se, mesmo sendo, concordava com o batizado dos filhos, de mãe católica.

A única certeza mesmo é que a ideia da existência do Inferno continua aterrorizando as crianças.



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Comentários

  1. Mentiroso. A Bíblia diz: é a vida eterna é esta: que conheçam a ti, o único Deus, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. Quando morremos, dormimos, não vamos a lugar nenhum Mentiras católicas destroem a verdade.

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  2. Também fiquei sem pai com essa idade e só espero que, por agora, esta triste iniciativa dos católicos (que não passa de um lamentável aproveitamento de tão trágica ocorrência) possa servir como uma espécie de paliativo imediato para auxiliar na dor do pequeno...

    Mas por favor, alguém o ajude a manter-se lúcido e dentro da realidade, porque esta triste encenação só engana incautos e falsos inocentes.

    A religião nunca falha: É sempre dos mais pequenos, inocentes e vulneráveis que se usa para executar as suas jogadas mais baixas possíveis e imagináveis.

    Esta criança tem direito a saber o que levou o seu pai a decidir ser ateu e, ela própria, no futuro, a decidir seguir esse mesmo caminho, caso assim o pretenda.

    Nenhuma religião tem o direito de aproveitar-se de uma situação tão crítica na vida de um ser humano (ainda para mais, em tão tenra idade) para desferir um golpe tão perverso e indecente como foi esta autêntica peça teatral...

    E quem por acaso decidir exultar esta reportagem, que pare para pensar como é que esta criança foi até aquele evento daquela paróquia. Terá ela ido de livre vontade para a paróquia?

    Já pararam para pensar que não existiu direito de escolha por parte da criança e que, se esta ficou com semelhante dúvida, é porque alguém lhe envenenou o pensamento com o conceito de "inferno"?

    Não, as "alminhas penadas" esquecem-se de que os direitos, liberdades e garantias que todos os seres humanos devem ter em escolher um credo religioso apenas e somente após a idade adulta, até foi defendido pelo próprio Cristo, se tomarmos os textos dos evangelhos como fidedignos, pois, para todos os efeitos, até o Cristo, apenas se batizou após ter consciência do que seria a sua crença, o seu pensar e a sua "missão".

    Indocrinar crianças é das coisas mais pestilentas que a humanidade ainda tem a vegonha de efetuar, neste que é designado como o século 21 - supostamente o da era da racionalidade e do conhecimento.

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  3. Também fiquei sem pai com essa idade e só espero que, por agora, esta triste iniciativa dos católicos (que não passa de um lamentável aproveitamento de tão trágica ocorrência) possa servir como uma espécie de paliativo imediato para auxiliar na dor do pequeno...

    Mas por favor, alguém o ajude a manter-se lúcido e dentro da realidade, porque esta triste encenação só engana incautos e falsos inocentes.

    A religião nunca falha: É sempre dos mais pequenos, inocentes e vulneráveis que se usa para executar as suas jogadas mais baixas possíveis e imagináveis.

    Esta criança tem direito a saber o que levou o seu pai a decidir ser ateu e, ela própria, no futuro, a decidir seguir esse mesmo caminho, caso assim o pretenda.

    Nenhuma religião tem o direito de aproveitar-se de uma situação tão crítica na vida de um ser humano (ainda para mais, em tão tenra idade) para desferir um golpe tão perverso e indecente como foi esta autêntica peça teatral...

    E quem por acaso decidir exultar esta reportagem, que pare para pensar como é que esta criança foi até aquele evento daquela paróquia. Terá ela ido de livre vontade para a paróquia?

    Já pararam para pensar que não existiu direito de escolha por parte da criança e que, se esta ficou com semelhante dúvida, é porque alguém lhe envenenou o pensamento com o conceito de "inferno"?

    Não, as "alminhas penadas" esquecem-se de que os direitos, liberdades e garantias que todos os seres humanos devem ter em escolher um credo religioso apenas e somente após a idade adulta, até foi defendido pelo próprio Cristo, se tomarmos os textos dos evangelhos como fidedignos, pois, para todos os efeitos, até o Cristo, apenas se batizou após ter consciência do que seria a sua crença, o seu pensar e a sua "missão".

    Indocrinar crianças é das coisas mais pestilentas que a humanidade ainda tem a vegonha de efetuar, neste que é designado como o século 21 - supostamente o da era da racionalidade e do conhecimento.

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