Guardas do Rio e evangélicos suspeitos de pichação se confrontam; 12 feridos


Conflito ocorreu
em uma
delegacia

O Dia

 Guardas municipais e um grupo de evangélicos da Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo se enfrentaram, na madrugada desta quinta-feira, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Os evangélicos caminhavam por uma rua do bairro e foram acusados pelos agentes de pichação, o que eles negaram. Eles foram levados à 12ª DP (Copacabana), onde a confusão começou.

Imagens que circulam na Internet [VÍDEO ABAIXO] mostram a briga generalizada entre os guardas e os evangélicos. Doze deles foram feridos e levados ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. Um deles, identificado como Jorge Alves de Souza, de 60 anos, está internado em estado grave.

Filha do pastor Tupirani da Hora Loures, Daiana Lores, de 21 anos, contou que o grupo de evangélicos havia acabado de sair do culto, às 21h30, e decidiram caminhar na orla de Ipanema. 

"Fomos num comboio de carros. Éramos uma 50 pessoas. Os guardas nos abordaram porque estávamos de preto, nos acusaram de pichar monumentos e nos levaram para a delegacia", disse ela, que nega as acusações.

Segundo Daiana, quando estavam na 13ª DP (Copacabana) esperando o caso ser registrado o grupo começou a cantar e, nesse momento, um dos guardas começou a provocar os evangélicos.

 "Um guarda com nome de Bispo começou a incitar os outros, nos chamou de baderneiros e começaram a nos bater. Todo mundo foi agredido. Foi uma covardia porque vieram por trás e a gente pedia calma", lembrou ela.

A Guarda Municipal disse que já está apurando a ação em Copacabana. Segundo a instituição, o grupo de evangélicos foi flagrado pichando o Parque Garota de Ipanema.

Um deles, identificado como Diego Luiz Ribeiro de Figueiredo foi autuado em crime ambiental na 12ª DP.




Evangélico quebrou centro espírita para desafiar o diabo

Cristão chama procuradora de 'vagabunda' e juiz de ‘viado’


A responsabilidade dos comentários é de seus autores.


Comentários

  1. Esse povo vive pedindo intervenção militar, quando são atendidos, não aguentam 5 minutos do que pediram!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

-------- Busca neste site