Freiras trabalham em regime de escravidão para cardeais e bispos


Mulheres são
tratadas pela Igreja
como seres inferiores

Algumas freiras começam a denunciar que trabalham em regime de escravidão para cardeais, bispos, escolas, paróquias e outras instituições da Igreja Católica.

As denúncias são feitas no anonimato, o que revela a opressão a qual essas mulheres estão submetidas.

A maioria delas ganha pouco ou praticamente nada, diferentemente do que ocorre com padres e demais homens da hierarquia religiosa.


A freira Marie (pseudônimo) argumenta que, “aos olhos de Jesus, todos são filhos de Deus”, mas a própria Igreja não coloca esse ensinamento na prática.

Marie é uma das freiras citadas pela revista Women Church World, do jornal do Vaticano L'Osservatore Romano, em uma reportagem sobre a exploração do trabalho de mulheres pela Igreja.

Ela diz que as freiras cozinham e fazem faxina para bispos, sem que sejam convidadas para comer um pão na mesma mesa.

Além da baixa remuneração, as freiras não têm nenhuma influência nas decisões da Igreja, mesmo nos conventos, cuja manutenção depende do trabalho delas.

A freira Cécile (também pseudônimo) afirma que “as freiras são vistas como voluntárias com vocação religiosa”, o que dá origem a abuso de poder sobre elas.

O papa Francisco sabe do descontentamento das freiras e dá razão a elas, mas nada faz, enquanto prega para o mundo a igualdade entre mulheres e homens.

Quem conhece um mínimo da história da Igreja Católica, sabe que a mulher é tida desde sempre como um ser de segunda classe.

Com informação da Women Church World.




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