Bitcoins tornam igrejas mais seguras para lavagem de dinheiro


Igreja da Suíça é
uma das primeiras a
aceitar a criptomoeda

Algumas igrejas começam a aceitar criptomoedas dos fiéis, como a International Christian Fellowship, da Suíça, e a novidade logo será adotada por igrejas brasileiras.

Aqui, como se sabe, as igrejas, principalmente as pentecostais, são vanguardeiras na adoção de tecnologia para recebimento de oferta e dízimo. Elas aceitam o cartão débito/crédito há anos.

A adoção de criptomoedas vai aperfeiçoar as igrejas como lavanderias de dinheiro.

Não dá para rastrear moedas virtuais, como o bitcoin.

Se a lavagem for bem feita, com a eliminação de rastros em computadores, é impossível saber qual é o percurso de pagamentos e recebimentos em bitcoin.


Bill Gates é uma dos figurões do mundo da tecnologia que são contra as criptomoedas.

Ele afirma que as moedas criptográficas, por serem anônimas, têm sido cada vez mais usadas na negociação de drogas e evasão de divisas, além de outras formas de lavagem de dinheiro.

“Por isso, é uma tecnologia que tem causada mortes de maneira bastante direta.”

Desde janeiro de 2018, o Facebook não aceita anúncios em moedas virtuais. Google e o Twitter seguiram o exemplo.

O que o governo brasileiro (Executivo e Legislativo) deveria fazer, já, é proibir o uso das criptomoedas por igrejas e outras instituições que tradicionalmente são usadas para lavagem de dinheiro.

Mas o governo não o fará porque abriga muitos corruptos, além de estar sempre fazendo agrados aos líderes religiosos.

Com informação de sites evangélicos e de outras fontes.



Quanto é lavagem de dinheiro dos R$ 17 bilhões das igrejas?



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