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Islândia discute criminalização da circuncisão religiosa


Proposta é
da deputada
Gunnarsdóttir

O Parlamento da Islândia [mapa] está discutindo um projeto de lei que, se aprovado, criminaliza a circuncisão por motivos religiosos, permitindo o procedimento apenas por decisão médica.

A proposta foi apresentada pela deputada Silja Dögg Gunnarsdóttir (foto), do Partido Progressista.


Judeus e muçulmanos, que adotam a circuncisão, acusam a deputada de querer restringir a liberdade de religião.

O projeto de lei prevê prisão de seis anos aos responsáveis pela “remoção parcial ou total de órgãos sexuais”.

Gunnarsdóttir respondeu com sarcasmo às criticas dos religiosos: “Não sabia que tinha de pedir a autorização de vocês (para apresentar o projeto)”.

No país, a mutilação genital feminina é criminalizada desde 2005.

Com informação das agências e foto de divulgação.




Na Islândia, nenhum jovem crê que mundo foi criado por Deus

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Editor deste site
Paulo Lopes é jornalista
Trabalhou no jornal 
abolicionista Diario Popular, 
Folha de S.Paulo, revistas da
Editora Abril e em outras 
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