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Estudo desmente relato bíblico do extermínio dos cananeus


Deus deu a ordem do genocídio

Jeová, o deus do amor ao próximo, mandou os israelitas matarem todos os cananeus. Está em Deuteronômio.

Mas como a Bíblia é uma mistura de fábulas com apropriação de relatos de diversas crenças, não há garantia de que esse genocídio tenha ocorrido.


Estudo recente do geneticista Chris Tyler-Smith, do Instituto Trust Sanger, da Grã-Bretanha, concluiu que os cananeus não foram disseminados e até prosperaram, passando seus genes para frente.

Rastreamento genético feito por Tyler-Smith identificou nos atuais libaneses características que correspondem a 90% das pessoas que há cerca de 4.000 anos habitavam a região [mapa].

Essas pessoas eram cananeus.

Publicado no The American Journal of Human Genetics, o estudo é mais uma prova da ciência de que a Bíblia é um livro de ficção.

Nesse caso, do ponto de vista de um crente, é um boa notícia, porque sugere que Deus não foi afinal um assassino sanguinário, como relata o Velho Testamento.

Mas, nas fantasias bíblicas, há outra possibilidade a considerar: os israelitas desobedeceram a Deus por achar que o extermínio de um povo é muita maldade, até mesmo quando determinada por um deus.

Com informação do The American Journal of Human Genetics. A ilustração é de Jim Padgett.




Bíblia relata mais de 2,5 milhões de mortes em nome de Deus

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