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Secretário, o que difere um falso pastor de um verdadeiro?


Um falso cristão?

Um falso padre é aquele que celebra uma missa sem ter se formado em seminário.

E um falso pastor evangélico?

Difícil saber por que, para ser pastor, basta se declarar com tal e dizer com enfase "em nome de Jesus".

Qualquer um, inclusive, pode abrir uma igreja evangélica e começar a arrecadar dízimo.

Um padre criminoso não deixa de ser padre e o mesmo vale para sacerdote evangélico. 

A Igreja Católica, ao menos, nunca diz que um padre pedófilo não é um "verdadeiro" padre.

Por isso, Átila A. Nunes, secretário estadual de Direitos Humanos do Rio, precisa se explicar melhor quando diz que são “falsos” pastores os líderes da milícia religiosa que tem atacado terreiros.

Ele afirma: “Não acredito que verdadeiros pastores incitem a violência e o ódio entre religiões. Quem faz isso é um fanático, não é um cristão.”

Ou Átila não conhece nada da história do cristianismo ou ele está com medo de despertar a ira de “verdadeiros” pastores, como Malafaia e outros. Ou ainda ambas as possibilidades.

Com informação do G1.




Polícia indicia cinco suspeitos de integrar milícia evangélica

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Paulo Lopes é jornalista
Trabalhou no jornal 
abolicionista Diario Popular, 
Folha de S.Paulo, revistas da
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