Pular para o conteúdo principal

Dono da Playboy afirmava que religião era um mito


Hefner fantasiado de diabo

Quando Hugh Hefner (foto) morreu de causas naturais, no dia 27 de setembro de 2017 em Los Angeles (EUA), um sacerdote da Igreja Ortodoxa Russa disse que o fundador da revista Playboy ia arder no inferno. Mas Hefner não acreditava em inferno. Era ateu assumido.

Ele dizia que a religião era um mito.

“É algo que inventamos para explicar o inexplicável.”

Hefner nasceu em Chicago no dia 9 de abril de 1926.


De acordo com suas próprias palavras, ele foi criado em uma “casa metodista conservadora do meio-oeste [americano]”.

Casou-se três vezes. Deixou uma viúva de 60 anos a menos que ele. Dizia ter mantido relações sexuais com mais de mil mulheres.

Lançou a mais famosa revista de mulheres nuas em 1953. A primeira capa foi de Marilyn Monroe.

A Playboy também ficou famosa pelas aprofundadas entrevistas com personalidades.

A praia de Hefner era a controvérsia.

Fez doações milionárias a ongs de proteção de animais e deu apoio a uma campanha antivacinação.

Em 1974, afirmou: “Em idade precoce, comecei a questionar as tolices religiosas, como a de que o espírito é de Deus e a carne do diabo”.

Com informação de edições americanas da Playboy e de outras fontes e foto de divulgação.




Ateus famosos

A responsabilidade dos comentários é de seus autores.


Comentários

Editor deste site
Paulo Lopes é jornalista
Trabalhou no jornal 
abolicionista Diario Popular, 
Folha de S.Paulo, revistas da
Editora Abril e em outras 
 publicações. 
Contato

POSTS MAIS LIDO EM 7 DIAS

Hospital de campanha de evangélicos em Nova York não aceita voluntários gays

Cristianismo é a religião que mais perseguiu o conhecimento científico

Vídeo: R.R. Soares manda o Covid-19 para o inferno, mas não tira a máscara do rosto