Filme faz proselitismo cristão adulterando ataque a Columbine

O filme I’m Not Ashamed (“Eu Não Me Envergonho”), que diz ser baseado em fatos reais do massacre de Columbine, mostra um dos dois jovens assassinos perguntando a uma estudante cristã, Rachel Scott, se ela, diante de uma arma, ainda acredita em Deus. Ela responde que sim e então é assassinada. Foi a primeira vítima fatal do massacre.

Militante cristã
Sadie interpretou
a protagonista
O filme está sendo acusado por ateus e críticos de cinema de usar o sangue derramado naquela ocasião para fazer proselitismo cristão, porque tal diálogo nunca ocorreu.

O próprio pai da moça, Darrell Scott, duvida do que seriam as últimas palavras de sua filha, mas confirma que ela era muito religiosa.

O filme tenta passar a mensagem de que ninguém deve se envergonhar de acreditar em Deus, mesmo em situações extremas.

Quem interpreta a moça é a atriz e militante cristã Sadie Robertson (foto).

O ataque à Columbine Highshool, no Colorado (EUA), ocorreu em 20 de abril de 1999.

Eric Harris e Dylan Klebold, antes de se suicidarem, mataram 12 alunos e um professor.

Produtores do filme sustentam sua versão com o argumento de que o questionamento foi testemunhado por um policial que estava próximo dos jovens. Mas eles não apresentaram provas que pudessem pôr fim à polêmica.

Do lado dos produtores, está Beth Nimmo, mãe de Rachel, que tem ganhado dinheiro com o seu livro “Lágrimas de Rachel”.

Depois de ter sido bloqueado no Youtube por internautas, supostamente ateus, o trailer do filme voltou a estar disponível [ver abaixo].

O filme será exibido no Brasil nos próximos meses.


       

Com informação das agências

Filme do Super-Homem faz referência ao cristianismo


Comentários

  1. O filme não trata do atentado em si mas dos dilemas vividos por uma pessoa a partir do descoberta da sua fé e da vivência dela em um ambiente secular e até hostil. O ateísmo é um proselitismo em si mesmo, tentando fazer as pessoas acreditarem que não há nenhum ser superior e para isso usam de tudo, inclusive desclassificar por meios sórdidos qualquer tipo de exposição que contrariem a sua crença... desrespeitam a mãe da menina e tudo mais... Para cada caberia uma história, inclusive aos atiradores... a partir do filme fiquei curioso e pesquisei um pouco da história... e há muitas coisas envolvida... o bulling... suscita reflexões embora seja a um filme "gospel" ... não há distorção... há uma leitura... embora haja conflitos nas falas... pois a frase também é relatada por uma vitima na biblioteca e também há que negue e afirme que a vitima apenas orava...

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  2. 31.05.2018
    BRASIL SAVANAS. OS REPRESENTANTES PREDADORES DAS “DIRETAS JÁ” (LEÕES, HIENAS, LEOPARDOS, ETC.) E O “POVINHO” ELEITOR (GNUS, ZEBRAS, GNUS, ETC.). Você já observou, caro leitor, que a Grande Mídia Aberta Brasileira, Drogada e Prostituída (GAMADAP), jamais mostrou – nem mesmo na calada da madrugada – o festim dos leões devorando presas recém-nascidas nas savanas da África na estação de nascimento dos filhotes? Sim, bebês dos gnus, zebras, gazelas, etc. que saem do ventre de suas mães diretamente para as mandíbulas das feras? O mesmo está acontecendo há mais de trinta anos nas savanas da Republica Brasileira das “Diretas Já”, tudo sob o pano de fundo midiático da “Democracia” e do “Estado de Direito”. É, aquele “Estado de Direito”, do perdão cristão aos predadores do povo. É a “Democracia” do Estado Laico, onde a cruz ou o crucifixo fica acima do símbolo da República nos prédios dos Três Poderes. É o Brasil savana da criminalidade dos poderosos e da impunidade desses crápulas. É a “Democracia” de tipos como Paulo Preto e Gilmar Mendes. É o Estado de Direito dos predadores. Todavia, nesta greve dos dias mais recentes, ou melhor, dos últimos dias do Brasil-Pompéia, os predadores se depararam com um grupo de “Búfalos” com “B” maiúsculo. Os leões das Diretas Já tremeram na base, nervosos, apavorados corriam de um lado para outro, saltitavam inquietos e apreensivos da sala para a cozinha. Estavam com muito medo de perder a “boquinha”. Os búfalos unidos venceram. Os leões foram dormir com fome. Menos verbas para a corrupção e para as mordomias dos predadores da savana afro- brasileira. As presas unidas venceram. As demais presas (gnus, zebras, girafas, etc. se acovardaram, ficaram só olhando, do alto e de longe; e se queixando dos preços, das adulterações, da falta do combustível, das filas intermináveis e dos pesados tributos aos predadores. A conta da corrupção, da impunidade e dos privilégios leoninos na savana brasileira já está em mais R$ 5 trilhões. É algo impagável. Pelo menos não são dos predadores que irão pagar. É claro que serão dos gnus e as zebras brasileiras, aqueles dos quais “todo poder emana”. É, o famoso governo do “povo, para o povo, e pelo povo”. KKKKKKKK! KKKKKKKKK! KKKKKKKK! Na década de 1970, em pleno Regime Militar, uma anedota percorreu todo o Brasil. É mais ou menos o seguinte: “Representantes de vários povos do mundo foram se queixar para Deus pelos privilégios que Ele deu aos brasileiros. O maior país do mundo em terras cultiváveis ou agriculturáveis, país sem tornados, sem terremotos, maremotos ou tsunamis, etc. Nesse tom seguiam as lamúrias alienígenas. Até que num dado momento, o Criador do Universo, já contrariado pelo assédio dos inconformados, bradou irritado: calados, calados, calados, parem de se lamentar e observem o povinho vagabundo que eu botei lá!”. LUIS CARLOS BALREIRA. PRESIDENTE MUNDIAL DA LEGIÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA.


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  3. Os animais detestam se reproduzir em cativeiro. Os seres humanos, porém, assim como as ratazanas, adoram crescer e se multiplicar em cortiços, favelas e lixões a céu aberto. (L.C.Balreira).

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