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Muçulmanos do Paquistão defendem agressão à mulher


O Conselho Islâmico do Paquistão propôs a legalização do direito previsto no Corão segundo o qual o homem pode bater em sua mulher para discipliná-la.

Sherani disse que
mulher indisciplinada
deve levar surra
Mohammad Khan Sherani (foto), defensor da ideologia islâmica no país, disse que a legislação deve autorizar a marido a punir fisicamente sua esposa quando ela não se vestir adequadamente ou se recusar a relações sexuais, além de deixar de tomar banho após esses contatos ou em período de menstruação.

Acrescentou que o homem também pode castigar a mulher se ela não usar um hijab, conversar com estranhos e falar alto.

Sherani disse que a surra só pode ser dado como último recurso e que ela tem de ser “leve”, poupando o rosto, para livrá-lo de cicatrizes, e a partes íntimas.

A proposta do Conselho Islâmico é uma reação às lideranças de direitos humanos que pressionam o governo a aprovar uma legislação que puna autores de violência doméstica, psicológica e sexual.

Muçulmano brasileiro ensina
 como bater em mulher



Com informação da BBC.


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