Pular para o conteúdo principal

Justiça confirma privilégio de passaporte diplomático a pastor

A Justiça Federal em São Paulo negou pedido de ação popular que pedia uma liminar para suspender o passaporte diplomático que o ministro José Serra (Relações Exteriores) concedeu a Samuel Cássio Ferreira (foto) e a sua mulher Keila Ferreira (foto).

Documento foi
concedido ao pastor
 e a sua mulher
Ferreira é pastor da Assembleia de Deus. Ele é suspeito pela Lava Jato de ter usado sua igreja para lavar dinheiro de propina do deputado Eduardo Cunha (PMDB), presidente afastado da Câmara.

Portador de passaporte diplomático tem alguns privilégios, como se livrar da burocracia em aeroportos, mas não possui imunidade.

Há duas semanas, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, enviou para o juiz federal Sérgio Moro, de Curitiba, as investigações da Polícia Federal que envolvem o pastor.

Com informação das agências.






Comentários

Post mais lidos nos últimos 7 dias

90 trechos da Bíblia que são exemplos de ódio e atrocidade

Deputado estadual constrói capela em gabinete. Ele pode?

Ateu manda recado a padre preconceituoso de Nova Andradina: ame o próximo

Mescla da política e religião intimida ateus no Brasil. E defendê-los e defender a razão

Veja 14 proibições das Testemunhas de Jeová a seus seguidores

Como as memórias são armazenadas em nosso cérebro?

No noticiário, casos de pastores pedófilos superam os de padres

Fé de pais TJs não supera direito à vida de um bebê, decide juíza

Sam Harris: não é Israel que explica as inclinações genocidas do Hamas. É a doutrina islâmica

Marcha para Jesus no Rio contou com verba de R$ 2,48 milhões

A prefeitura do Rio de Janeiro liberou R$ 2,48 milhões para a realização ontem (sábado, 19) da Marcha para Jesus, que reuniu cerca de 300 mil evangélicos de diferentes denominações. Foi a primeira vez que o evento no Rio contou com verba oficial e apoio institucional da Rede Globo. O dinheiro foi aprovado para a montagem de palco, sistema de som e decoração. O pastor Silas Malafaia, um dos responsáveis pela organização da marcha, disse que vai devolver R$ 410 mil porque o encontro teve também o apoio de sua igreja, a Assembleia de Deus Vitória em Cristo. “O povo de Deus é correto”, disse. “Quero ver a parada gay devolver algum dinheiro de evento.” Pela Constituição, que determina a laicidade do Estado, a prefeitura não pode conceder verba à atividade religiosa. Mas o prefeito Eduardo Paes (PMDB), que compareceu à abertura da marcha, disse que o seu papel é apoiar todos os eventos, como os evangélicos e católicos e a parada gay. A marcha começou às 14h e contou com sete trios