Pular para o conteúdo principal

Na Suíça, muçulmanos se negam a apertar mão de professoras

Alunos muçulmanos de uma escola na cidade de Therwil, na Suíça, se recusam a apertar a mão de professoras porque isso, alegam, viola sua crença religiosa.

Muçulmano não aperta
mão do 'ser inferior'
que é a mulher
Na escola, existe uma tradição de aperto de mãos entre professores e alunos, para uma melhor interação entre eles.

Os muçulmanos pressionaram a direção da escola, que acabou concordando abrir exceção para eles.

A decisão não agradou a população da cidade, cujos líderes argumentam que são os muçulmanos que têm de se adaptarem aos costumes locais, e não a escola a dogmas preconceituosos do islamismo.

O Conselho Central da Suíça Islâmica emitiu nota defendendo os estudantes com o argumento de que eles estão sendo alvo de intolerância religiosa.

Simonetta Sommaruga, ministra da Justiça da Suíça, disse que os adolescentes muçulmanos não deveriam ser autorizados a derrubar um costume cultural que significa respeito pelas pessoas, umas pelas outras.

Na cultura islâmica, a mulher é uma espécie de subumano, não tendo os mesmos direitos dos homens.

Com informação da BBC e de outras fontes.







Comentários

Post mais lidos nos últimos 7 dias

90 trechos da Bíblia que são exemplos de ódio e atrocidade

Deputado estadual constrói capela em gabinete. Ele pode?

Ateu manda recado a padre preconceituoso de Nova Andradina: ame o próximo

Veja 14 proibições das Testemunhas de Jeová a seus seguidores

Mescla da política e religião intimida ateus no Brasil. E defendê-los e defender a razão

Como as memórias são armazenadas em nosso cérebro?

No noticiário, casos de pastores pedófilos superam os de padres

Fé de pais TJs não supera direito à vida de um bebê, decide juíza

Holanda pede a religiosos provas de que animal não sofre no abate

Marianne Thieme: "Liberdade religiosa termina onde começa o sofrimento de humanos ou de animais"  O Parlamento da Holanda concedeu aos líderes do judaísmo e do islamismo um ano para provar cientificamente que o abate religioso não causa sofrimento nos animais.  Em junho de 2011, a Câmara dos Deputados aprovou lei que proíbe esse tipo de abate porque é feito sem o atordoamento dos animais. A lei terá de ser votada pelo Senado, para ser confirmada ou não, o que ocorrerá após o prazo dado para a manifestação dos religiosos. A lei foi proposta pelo Partido pelos Animais, o único do gênero no mundo. Para Marianne Thieme (foto), líder do partido, “a liberdade religiosa termina onde começa o sofrimento humano ou animal”. Ela é seguidora da Igreja Adventista do 7º Dia. A proposta da nova lei uniu judeus e muçulmanos do país. Eles acusam o Parlamento de querer acabar com a liberdade de religião. Pela tradição judaica e islâmica, os animais têm de estarem conscientes no m