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Wyllys elabora projeto para regulamentar a prostituição

Wyllys afirmou que a
hipocrisia tem de acabar 
O deputado e militante gay Jean Wyllys (foto), do PSOL-RJ, começou a elaborar um projeto de lei para regulamentar a prostituição e a profissão dessa atividade.

A sua proposta terá como base uma lei alemã, um projeto de lei já arquivado do ex-deputado Fernando Gabeira e outro do ex-deputado Eduardo Valverde.

Wyllys discutiu ontem (12) o texto do projeto com Gabriela Leite, prostituta fundadora ong Da vida, e José Miguel Nieto Olivar, pesquisador da prostituição nas fronteiras do país, entre outras pessoas.

O deputado entende que a regulamentação da atividade possibilitará que as prostitutas tenham mais condições para exercer a sua cidadania, além de serem tratadas com a dignidade que todo profissional merece.

“A sociedade que desaprova a prostituição é a mesma que se serve dela”, disse Wyllys. Para ele, essa hipocrisia tem de acabar.





Com informação do site de Jean Wyllys

The Guardian retrata luta de Wyllys contra a 'poderosa direita religiosa'
janeiro de 2012

Comentários

Adelino disse…
Mais um projeto pra ser engavetado pela super mega hiper blaster master hipócrita: CRENTAIADA DO PLANALTO!
VOZ DO BRASIL disse…
Seria bom mesmo acabar com essa hipocrisia de origem judaico-cristã-islãmica... e se criar uma regulamentação profissional para as prostitutas que dariam a elas previdencias sociais, médicas e aposentadorias.

Eu vejo a profissão de prostituta como uma outra qualquer, como a de uma fisioterapeuta, manicure ou coisa parecida, sem ver estigma nisso.

É berm como narra o texto, quem mais "desaprova" a prostituição é quem mais usa ou se beneficia dela.

Tenho amigas que são prostitutas, e são pessoas tão dignas quanto qualquer outra, e não é pela sua profissão que deixo de ter respeito por elas.

Alias, tenho muito mais respeito por uma prostituta do que por um empresário da fé neo-pentencostal da TV.

A prostituta é muito mais sincera na sua atividade, enquanto os pastores jogam com a imagem do "divino-sagrado" para angariar poder econômico e glória política nos seus currais da fé.
Anônimo disse…
Clap, Clap, Clap! Meus parabéns ao senhor Wyllys, já está mais do que na hora de regularizar essa antiga profissão [que já, com certeza, agradou muitos cristãos hipócritas] aqui no Brasil. Esta legalização irá ajudar e muito o INSS e o governo, especificamente a previdência.
Rodrigo disse…
Quem nunca requereu os serviços de uma que atire a primeira pedra rsrsrsrsrsrs
Israel Chaves disse…
Olha que eu taco, desvia aí.

Acho meio sem noção precisar pagar para conseguir sexo. Quer dizer, sexo é algo que se faz em dupla (em alguns casos, em grupo), e portanto, os dois lados precisam estar querendo. Uma prostituta faz sexo com o sujeito não por estar querendo estar ali com ele, mas por estar sendo paga para isso. Não é meio frustrante para o cara saber que a mulher não quer saber dele, e só está ali por obrigação profissional? Fingindo que está gostando, etc.? A parte do desejo ser mútuo é, ao meu ver, tão importante quanto o ato sexual em si.
Por isso sempre achei muito estranho um sujeito conseguir ter prazer em relações com protitutas; do modo como vejo, ou ele é tão fracassado que não consegue conquistar uma mulher sem precisar pagar, ou tão canalha que está pouco se lixando se a mulher está querendo ou não, está gostando ou não, só quer dar umazinha e ir embora.
Eu acho que sexo com prostitutas é enganar a si mesmo. Não é algo real, e portanto, inútil. Interessante que é exatamente a mesma coisa que penso de religiões; é uma felicidade que a pessoa conquista enganando a si mesma (e portanto, ao meu ver, falsa).
Mas enfim. Não tenho nada contra prostitutas/prostituição (exceto se elas estiverem nessa condição por algum tipo de necessidade ou obrigação, seja lá qual for. Se estiverem sendo exploradas, se forem menores de idade, etc. Mas se é por vontade própria, bom, quando se é adulto cada um faz o que quiser da vida e ninguém tem nada com isso), mas jamais conseguiria solicitar os serviços de uma, isso seria algo extremamente deprimente. Por isso eu acho que quem usa desses serviços, é deprimente.

Mas comentando sobre a matéria, não estou muito por dentro da idéia e nem conheço muito esse mundo para formar uma opinião decente, mas acho que qualquer coisa que seja regularizada, é sempre bom. Clandestinidade só serve para gerar bagunça. Não tem como excluir a prostituição da sociedade, e exceto em casos como os que citei acima, de exploração, de protituição infantil, etc., nem existe a necessidade de excluir - não está machucando ninguém. Portanto é muito mais inteligente regularizar e deixar tudo bonitinho nos conformes da lei. Todo mundo sai ganhando - especialmente as profissionais em questão.
AlyneS2 disse…
Não tenho boa experiencia com prostitutas. Não acho que deveria ser uma profissão, mas já é considerada profissão em outros países como na Holanda fazer o quê.
Adelino disse…
Se fosse tão zuado assim, a tempos ja estaria extinta essa pratica.
Adolfo disse…
apesar de ser uma ideia muito nobre (eu eu estou falando muito sério) o Bostil não está preparado para ideias como esta!!! as profissionais do sexo continuarão sofrendo e morrendo na miséria... uma pena!
Anônimo disse…
Antes de legalizar porque não propor algo para aquelas que não queiram mais ser usadas como objeto?
Anônimo disse…
Israel Chaves,

Você escreveu um texto enorme pra dizer algo/coisas simples: "Aquele que usa os serviços de uma prostituta é um fracassado"; "tem que ter relacionamento" e tals.
Porém, sexo é bom independente se existe amor ou não. As pessoas, ou os homens que procuram esse serviço, podem simplesmente não estar querendo participar de todo o cansativo jogo da sedução.
$ para restaurante + $ para festas + $ presentes > $ garota de programa.
Anônimo disse…
Fala como se "prostituição" envolvesse pessoas que não queiram se prostituir. Hoje em dia o desenvolvimento pessoal é acessível a todos (universidades públicas estão de fácil acesso, e principalmente mulheres tem fácil acesso a tais instituições), ninguém é obrigado a fazer algo que não goste.

Temos de parar de ver a prostituição como algo ruim.
Israel Chaves disse…
Eu escrevi o que eu penso, oras. É minha opinião pessoal. Para mim, prostituição não funciona. Mas se você acha ok e se sente bem pagando por sexo, seja feliz assim.
Rodrigo disse…
"Interessante que é exatamente a mesma coisa que penso de religiões; é uma felicidade que a pessoa conquista enganando a si mesma"


Para Kant as religioes são importantes como geradores de sentido, não é enganar a si mesmo, funciona para as pessoas que acreditam nela a ponto dela servir ao fim que se destina
Israel Chaves disse…
Religião é um consolo ao qual as pessoas recorrem para se sentirem bem. Para se livrarem de angústias, para não se sentirem sozinhas, para escapar da realidade, para alimentar seu ego, para terem explicações confortáveis para coisas que não entendem.
É como um amigo imaginário; você inventa um amigo para fugir da solidão. Pode até ser que faça a pessoa se sentir bem, mas continua sendo uma mentira.
É, sim, enganar a si mesmo.
Anônimo disse…
Eu concordo com o Israel, também acho a prostituição movida por ilusões, mas quantas coisas não são: loteria, religião, astrologia... Eu sou a favor que se regularize tudo que for possível, inclusive as drogas (desde que se tenha pulso para sustentar tratamentos de viciados, o que não ocorre com alcoólatras e fumantes), para não dar chances a criminosos. Mas ao se regularizar algo, se cria um compromisso, que tem que ser cumprido. Ass: Winston Smith
Anônimo disse…
Clap, Clap, Clap! Meus parabéns para o senhor Wyllys, já estava mais do que na hora de legalizar essa profissão antiga [que, com certeza, muitos cristãos hipócritas usaram de seus serviços]. Isso ajudaria financeiramente o INSS e o governo [pois "criaria" novos contribuintes], mais especificamente a previdência [esta que não está muito bem de situação].
Só que isso ainda vai longe, legalmente falando, pensem comigo, se tal profissão for legalizada, caso alguma prostituta engravide, isso será acidente de trabalho? Ela terá que assumir o filho? O pai [se descoberto] terá que assumir o filho? Receberá salário-maternidade, ou outro auxílio com os demais trabalhadores? Seu modo de contribuição será como o de trabalhador avulso ou contribuinte individual?
Sou a favor da legalização dessa profissão, mas ainda tem muito assunto polêmico a ser considerado, creio que vá demorar muito para tal lai vigorar.
Anônimo disse…
A diferença entre sexo pago e sexo gratuito é que o último sai mais caro.
Aleatório disse…
Lembre-se dos prostitutos ^^
Aleatório disse…
Menina,
Por que você acha que não deve ser uma profissão?
Aleatório disse…
Meninos, Meninas e Macacos,

Vocês acreditam que a câmara (que é conservadora e que possui uma bancada evangélica forte) irá aprovar tal lei?

Em um país onde a inflação é regulamentada pela constituição, você acha que as prostitutas que necessitam de amparo da lei (menores de idade, que viviam em condições de miséria, que estão presas em puteiros no meio do nada...) serão contempladas?

Acredito que a criação dessa regulamentação seja algo meio utópico, pois, já temos leis que tratam sobre a autoridade de pessoa pelo próprio corpo, sobre transar com uma mulher por meio de fraude, sobre o tráfico de pessoas, atentando ao pudor mediante a fraude, tráfico internacional de pessoas, cafetinagem, etc... E que aparentemente não são obedecidas.

Mesmo com todos esses contras, fico feliz por essa iniciativa.
AlyneS2 disse…
Não gosto de ver mulheres se prestando a isso, foi por que elas não conseguiram coisa melhor. Mas ainda não vejo essa profissão com bons olhos. Duas prostitutas que conheci tentaram me aliciar quando criança. Isso ajudou muito para eu repudiar isso.
Aleatório disse…
Então, jovem moça, existem casos e casos. Acompanhantes de luxo, garotas de show e outras "putas de elite" podem realmente estar no ramo por gostarem do trabalho ou por acharem que se é o trabalho mais apto para elas.
AlyneS2 disse…
Pois é né, todas putas, vergonhoso^^
AlyneS2 disse…
A diferença é que agora elas vão se respeitáveis por isso.
Aleatório disse…
Tem um debate muito legal sobre a prostituição, recomendo a leitura:

http://papodehomem.com.br/belas-mas-nao-prostitutas-entrevista-com-anna-hutsol-sobre-turismo-sexual-na-ucrania/

http://papodehomem.com.br/legalizar-a-prostituicao-traria-algum-beneficio/

http://papodehomem.com.br/a-puta-invisivel-e-o-papel-da-lei-por-um-mundo-sem-prostituicao/

http://papodehomem.com.br/eu-nao-vendo-eu-alugo-e-alugo-o-que-e-meu/

http://papodehomem.com.br/bdsm-prostituicao-pagando-pra-sofrer/
AlyneS2 disse…
Hum...vou ler sim^^ obrigada^^
Anônimo disse…
Israel, ninguem ta aqui interessado na sua vida sexual ou se vc eh o pegador de itajai. Atenha,-se ao assunto da materia e seja menos vaidoso.
Israel Chaves disse…
Onde eu disse isso? Cara, você está realmente muito bêbado para ter lido isso.
Ou talvez só bravinho porque foi chamado de fracassado.
Não leve para o lado pessoal... Se você não tem capacidade para conseguir, pague e seja feliz assim.
Israel Chaves disse…
É, eu concordo com você. A iniciativa é com certeza boa, mas duvido que vá passar. Enquanto tivermos uma bancada evangélica, sabemos que nada que eles considerem pecado vai sequer ser cogitado, independente se é questão de direitos de uma certa classe, saúde pública, ou simplesmente algo lógico.
Viver numa teocracia é foda.
Nika Pinika disse…
“A sociedade que desaprova a prostituição é a mesma que se serve dela”. Perfeito!

O "asco" que se tem com o profissional do sexo deveria ser direcionado para político de caráter duvidoso, para manipulador do massas, que se aproveita da ingenuidade de muitos, para policial amiguinho do bandido...
Se a pessoa está dando o que é dela e não está obrigando ninguém a receber, qual é o grande problema? Eu nunca fui obrigada a comprar nada pq é fruto do ofício de alguém.
"Ah, é degradante..." - mas para quem? Para a pessoa que trabalha na prostituição, que sofre preconceito e violência por ser prostituta(o)ou para quem diz que é degradante?
"Ah, é doentio" - o que? O ato de dar o que é seu ou o ato de achar que isso é doentio?
Eu não imagino alguém que trabalhe nisso pq adora viver em risco, seja no ofício (por conta de sua clientela), seja por causa de seu ofício (por conta de quem não aceita).
Rodrigo disse…
Já leu Homens e Ratos? é daquele mesmo escritor que escreveu as vinhas da ira... nao me recordo o nome agora. O "Leny" (acho q era esse mesmo o nome)" inventou um mundo imaginario para enfrentar a rudeza do mundo em que vivia, quando a fantasia dele não pode mais se sustentar ele teve que morrer... As pessoas profundamente religiosas que não tiveram uma formaçao intelectual adequada so tem aquela coletania de mitos pra suportar a existencia, não me parece muito humanista tirarmos isso delas... Menos ainda quando a ideia de construir um mundo baseado na razão falhou... Não temos mais ao que recorrer e temos consciencia disso, ate eu me vejo imerso as vezes nas leituras dos mais diversos mitos desde budismo aos judaico cirstãos e isso não me fez mal... Quando Goethe escreveu Fausto acho que ele sentia um pouco disso também, quando leio o poder do mito de Joseph Campbell também vejo que mitos sustentam e sempre sustentarão a vida humana...
Motoqueiro fiu fiu disse…
O Sistema de usar garotas de programa é melhor que fazer fiu fiu para garotas.
Anônimo disse…
Concordo cara Nika Pinika, elas dão o que são delas, ponto. E sim, isso é um trabalho [Do latim - tripalium (três paus) - instrumento utilizado para subjugar os animais e forçar os escravos a aumentar a produção], ou seja, normalmente ninguém gosta de trabalhar, o trabalho é um meio de sustento para que, atravéz dele, possamos obter recursos [dinheiro] para sobreviver e, em caso de excesso, gastar com futilidades e vícios.
Segue a lógica:
O contador trabalha, depois ganha dinheiro;
O biólogo trabalha, depois ganha dinheiro;
O cortador de cana trabalha, depois ganha dinheiro;
O empresário trabalha, depois ganha dinheiro;
A prostituta trabalha, depois ganha dinheiro.
Entendem a lógica?
Todos exercem um ofício e recebem por ele, e são protegidos por lei [previdência, mais especificamente], por que somente as prostitutas não são amparadas pela lei? Talvez preconceito?
O trabalho das prostitutas não se diferencia das outras profissões, pois tem o mesmo objetivo.
Julgar a proffissão das prostitutas como degradante, ou outros adjetivos depreciativos, é um erro.
Igor disse…
A questão é saber se as prostitutas querem que regularize a profissão, e não quem não é achar que deve ou não ser profissão!
Igor disse…
A demanda de se regulamentar a prostituição é antiga e necessária. Hoje se trata a prostituição como algo ilícito (tão somente por não estar nas leis) e imoral, que por sua vez depende da cabeça de cada pessoa.

E essa ilicitude forçada só traz malefícios, ao invés de benefícios. Por isso sou favorável a tal Projeto de Lei, apesar de ser forçoso concordar com o comentarista Aleatório de que a aprovação no Congresso é quase impossível!=
Anônimo disse…
"A questão é saber se as prostitutas querem que regularize a profissão, e não quem não é achar que deve ou não ser profissão!"
-Você acha que não? Ganhar benefícios como a aposentadoria, auxílios do governo [acidente e doença], uma melhor condição de vida, etc... sim... sim... com certeza, elas não querem.
Igor disse…
-Você acha que não? Ganhar benefícios como a aposentadoria, auxílios do governo [acidente e doença], uma melhor condição de vida, etc... sim... sim... com certeza, elas não querem.

Se você acredita que regulamentação é sinônimo de benefícios somente, está enganado! A regulamentação pode impor uma série de deveres, condutas, impedimentos e proibições que pode desagradar totalmente uma classe – inclusive as prostitutas. Regulamentação pode ser feita de normas positivas ou negativas...

Por isso a questão deve se pautar por quem é do meio, ou seja, pelas prostitutas. E não por quem é de fora!

Mas a regulamentação é necessária, com certeza!
AlyneS2 disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Analista Man disse…
Considerando que previdência seja a capacidade de ver antes, quem puder ver antes a possibilidade de ocorrer algum acidente, pode escapar dele e assim manter a segurança.
Anônimo disse…
"Por isso a questão deve se pautar por quem é do meio, ou seja, pelas prostitutas. E não por quem é de fora!"
-Sim, caro Igor, é lógico que deve-se perguntar à elas, é claro que há os lados positivos e negativos da questão legal, mas acho que seria melhor à elas, pois taria mais benefícios do que malefícios.

"A regulamentação pode impor uma série de deveres, condutas, impedimentos e proibições que pode desagradar totalmente uma classe – inclusive as prostitutas"
-Isso dependerá da norma elaborada, se será uma norma mais rigorosa ou se será mais liberal.

Abraços.
Concí Sales disse…
A mais antiga das profissões, não está pedindo para ser reconhecida, a demanda em questão é que seja regulamentada. Nada mais digno e político. Aliás, esse papo de pobre, que só quem é fracassado e não tem lábia para ganhar mulher sem pagar, é além de esdrúxulo, totalmente alienado. Numa sociedade civilizada, onde a força bruta e a violência cedem ao diálogo, a cessão ou solicitação de serviços exigem naturalmente pagamento. Tudo nesse mundo é pago , de uma forma ou de outra, a vida sexual considerada lícita, o casamento, é também um contrato, e sobretudo econômico. Alguém consideraria sua mãe uma prostituta por isso? A diferença é que o amor materno e a condição socio-cultural de esposa obrigam a responsabilidades de cunho afetivo; enquanto o sexo sem envolvimento livremente solicita tais responsabilidades mediante recompensa financeira, só isso. Uma prostituta ou um prostituto oferecem prazer e garantem desempenhar bem sua oferta, como a "qualidade" do personalíssimo atendimento; trata-se de um serviço como qualquer outro, e sendo pago, por que não regulamentá-lo? Como diz meu irmão, "se para cortar os cabelos eu procuro uma profissional, para tratar da saúde e da higiene também requisito uma profissional, pra nutrição e serviços domésticos idem; por que só para sexo o faria com amadoras?". Todo apoio à prostituição. Regulamentação JÁ.
Anônimo disse…
Israel, sou o anônimo do "Mar 13, 2012 06:15 PM", não o segundo que te chamaste de vaidoso. Respeito sua opinião.
Fácil! O infeliz não está em condições de entender coisas do tipo "2+2 é igual a 4", pois o tal está "trabalhado" para dizer que "2+2 é igual a 7". Assim sendo, fica complicado ter paciência para argumentar com pessoas deste tipo. Em segundo lugar, o tal saiu do tal programa Big Bobo Brasil, e ainda recebeu votos de uma boa parcela do povo, o que gera altos riscos para a humanidade. Um abismo chama outro abismo. Mas Deus nunca dorme.

Eduardo - Coordenador do MOVIMENTO Escola Bíblica Diferente - www.escolabiblicadominical.net
Anônimo disse…
Porque esse deputado tbem nao faz um projeto de Lei, profionalizando os Mendigos? vai se catar deputado.
Anônimo disse…
Há relações civis com o Estado, nas quais as prostitutas estão em desamparo.
Aposentadoria, saúde, pensão a filhos para citar alguns.
Nestas hipóteses interessa ao Estado regulamentar como nas demais profissões.
Anônimo disse…
Igor,
o código Penal não trata prostituição como ilícito e nem poderia pois a lei maior (Constituição Federal) garante as liberdades individuais.
Porém a exploração por terceiro, esta é ilícito. Sem esquecer a exploração de menor.
A necessidade da Lei é por motivos civis e de seguridade social, como previdência, saúde, direitos ligados trabalhistas a maternidade entre muitos outros a citar.
paulo disse…
Isso e ridiculo uma profissão desonesta desvaloriza a mulher,esse respresentante gay que um Brasil de prostitutar um país depravado igual a ele.
Bruno de Moura disse…
Heim? Que serviço o mendigo presta? Isso que você falou não faz o menor sentido.
Bruno de Moura disse…
Acho necessário tal lei, mas putz... É muito difícil de passar. Nossa Câmara dos Deputados está contaminada pela hipocrisia religiosa.

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