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França nega nacionalidade a argelino machista

Um argelino casado com uma francesa estava indo bem na entrevista para obtenção de nacionalidade, até que os funcionários da imigração notaram que a mulher nada falava.

Podia ser temperamento dela, mas em um momento ela pediu autorização do marido para falar, o que se repetiu algumas vezes. Entre outras coisas, ela disse que não saia de casa porque o marido não gostava.

Depois, o argelino foi informado pelos funcionários de que a França não podia conceder nacionalidade a alguém que não respeita a igualdade entre o homem e a mulher.

A imprensa francesa deu destaque ao caso porque aparentemente é o primeiro de não concessão de nacionalidade por causa de machismo, embora tenha pesado também o fato de o argelino, desde 2006, ter trabalhado no país apenas quatro meses e estava pleitando o reconhecimento como francês para receber aposentadoria por invalidez.

Houve quem criticasse o governo por ter criado um precedente que criará mais dificuldade aos imigrantes. Nos últimos anos, a França assumiu uma política abertamente hostil aos estrangeiros que lá vivem.

As autoridades responderam que o código civil francês prevê a não concessão de nacionalidade em casos que envolvam a “indignidade” de cidadã ou cidadão francês.

Com informação da imprensa francesa.

abril de 2011

Comentários

Anônimo disse…
Tá mais que correto, a França agiu certo.
Anônimo disse…
o titulo é frança e não franca.
Anônimo disse…
Por um lado há questões de imigração, por outro uma questãos da qual a França está muito mais a frente do que qualquer país islãmico (dos que mais faltam com respeito às mulheres, pois tratamento igualitário é também respeito), ou seja, temos aí um dilema, mas se fosse para votar, seria mesmo a favor do estado francês, pois machismo é algo abolido desde a época da revolução francesa (na verdade, naquele período estavam ainda pondo em prática), algo que certamente nenhum francês ousa deixar de lado, ao contrário de certos fundamentalistas islâmicos que se acham no direito de impedir as mulhers de exercerem sua merecida liberdade, quem dera que o Brasil fizesse o mesmo, mas é algo que ainda está na fase de mitos.
Anônimo disse…
Parabéns aos franceses. Deixem esse sujeito lá na terra dele com sua mente tacanha.

Otto
Anônimo disse…
Governo francês pratica discriminação:

Machofobia!
Anônimo disse…
Parabéns a França. Ponha todos esses fundamentalistas para correr.
Anônimo disse…
Espero que isso seja ironia ¬¬

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