À Justiça, Kathyn negou que o cubículo de 90 cm de comprimento, 55 de altura e 76 de largura (foto) fosse uma casinha de animal e o chamou de “armário de dormir”.
Ela argumentou que se tratava de um castigo corretivo que tinha um lado “divertido” porque perto do menino ficavam bichinhos de pelúcia.
Disse que o filho poderia sair do “armário” porque a portinhola ficava aberta. Mas a irmã do menino desmentiu essa versão. O menino dormiu na casinha por duas semanas.
O caso foi denunciado à polícia porque a menina comentou na escola estar cansada não ter dormido direito por teve de levantar a noite toda para ver como estava o seu irmão “no armário de dormir”, no porão da casa.
Com informação das agências.
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novembro de 2010
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