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Polícia do Rio prende funkeiros sob acusação de apologia ao crime

O funkeiro Anderson Romualdo Paulino da Silva (foto), o Mc Dido, se entregou na manhã desta quinta-feira (16) à DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática), do Rio. Ontem, os seus companheiros McSmith, Tikão, Max e Frank foram presos com mandados da Justiça sob a acusação de apologia ao tráfico de droga e formação de quadrinha.

O grupo vinha sendo investigado havia um ano, informou Helen Sardenberg, titular da delegacia, porque suas músicas enaltecem os criminosos dos morros do Rio.

Os MCs não levaram a sério a prisão. Ontem, diante dos jornalistas, na delegacia, eles cantaram um de suas músicas [vídeo abaixo]. Um deles argumentou que cantam sobre o crime porque moram no morro, assim como quem é de Copacabana compõe música sobre o local e os baianos sobre a Bahia.

Seus vídeos são muito acessados na internet. utros grupos compõem músicas do gênero.

Com informação da Globo News.

Apologia aos bandidos


> Mãe é acusada de vender bebê para comprar drogas.
outubro de 2010 

> Casos de dependência química.

Comentários

Anônimo disse…
lei estúpida que fere a liberdade de expressão.
Anônimo disse…
Aplausos!!!
A liberdade de expressão usada por MCs do funk carioca é um desacato vergonhoso e ofensivo.
Os palavrões impublicáveis, executados em alto volume, constrangem quem procura diversão familiar em praias e outros locais de lazer também freqüentados por fãs de MCs Delinqüentes.
A periculosidade desses “formadores de opinião” dos embrionários traficantes que, preparados ainda no útero da mãe ao ouvir as bestialidades proferidas nos microfones e CDs e rádios piratas das comunidades onde residem, pode ser comparada a de uma arma bélica.
O som desses drogados, executado à exaustão e consumido nos bailes funk, irremediavelmente, influencia na mudança de comportamento do jovem reprimido, sem opções de lazer e sem oportunidade de educação e trabalho formal que absorve a mensagem contida nas letras(?) e reage se envolvendo com o consumo e o comércio de drogas; consolidando a sua resposta de contestação ao sistema oficial na busca por um tipo de vida marginal.
Em outros estilos musicais existem apologistas do uso de drogas que, com apoio midiático, são glamurizados e invadem a programação das emissoras de rádio e TV e causam furor na imprensa especializada em canalhices e fofocas.
O show de prisões deve continuar...
Anônimo disse…
Essa é a realidade deles. A expreesão não devia ser crime.
Anônimo disse…
anon 22:18,
Se você não gosta, não ouça. Agora, não proiba os outros que possam gostar. Supere isso. Não venha de mimimimi meus filhos.
Anônimo disse…
Eu tinha a convicção herdada pela tradição oral, via professores da Academia, que no Brasil, "nada se cria, tudo se copia"...Revelou-se-me um engodo, tal suposição acriticamente repetida, além de falácia preconceituosa. Aqui mesmo, nesse blog, leio tiradas espirituosas, criativas (tem que garimpar,não é? mas onde não temos?) filosofações impagáveis; pérolas de autores anônimos , pseudônimos, capazes de dar a qualquer existencialista, motivos de sobra para sair da sua deprê, seja qual for a sua "neura". Numa delas, li certo dia que, verifica-se na Pindorama de hoje, aquilo que se chama a "besteira desencabulada"; creio que referido fenômeno coincide com o lulismo, a globalização tupiniquim, a cultura de massa via tecnologias digitais, barateada e vulgarizada; e à pouca leitura, assomada à overdose de informação inadequada. Digo inadequada, pois, sem leitura, e formação literária balizadas, não se pode interpretar e portanto ajuizar a informação; pois esta sozinha não forma, antes deforma, piorando o estado do ignorante informado, tornado agora como dizia meu avô, um estulto-letrado...Informação, não se verifica, efetiva e critica, sem pressupostos históricos e culturais qualitativos, inacessíveis à massa, ao rebanho pasteurizado e uniforme da opinião mediana. É coisa que amadurece, que viceja e floresce e frutifica no labor dos anos, das meditações, da experiência e sobretudo, da prudência. Percebo certa semelhança, nos comentários que aprovam os apologetas dos criminosos: eles crêem sua ostensão ser um DIREITO e abuso é o reclamarmos, nós é que somos os ressentidos, não eles! Alegam que se os não queremos ouvir, desliguemos...Como, se eles, além da alma entorpecida o têm a sensibilidade também embrutecida, sendo necessário o estrilar absurdo, dos cúmulos acústicos, para ouvirem suas zoeiras; impondo-nos ditatorialmente, com os troares inaudíveis, dos superlativos sonoros, suas decadentes e vulgares barulheiras?
Anônimo disse…
LUGAR DE LIXO É NA CADEIA!!!!!!!!
BEM FEITO
Silas disse…
Parabéns! Não se pode nem mais ter liberdade de expressão!

Quem critica o funk carioca por "palavrões impublicáveis, executados em alto volume, que constrangem quem procura diversão familiar", são pessoas que vivem em um mundinho cor-de-rosa, que buscam se separar dos "fãs de MCs Delinqüentes", que em geral são os moradores da favela. Esses que nunca tiveram a oportunidade de ter uma 'diversão familiar'.

Não precisa gostar. Só não faça papel de 'dono da verdade', sendo na verdade um hipócrita elitista.
Anônimo disse…
Julgai se não é verdade, o que afirma o filósofo da Folha, que vivemos sob a ditadura dos ressentidos...Porque não tiveram "diversão saudável" os habitantes da sub-urbanidade, porque não querem residir em moradia decente, povoando o interior por exemplo, que é totalmente despovoada, preferindo amargar uma sub-existência favelada desde que pensem "habitar da cidade"; têm os amargurados, os ressentidos, TODO O DIREITO(!?) de propagarem o lixo eletrônica, a merdificação universal do gosto duvidoso e brutal dos discutíveis barulhos importados dos submundos yankees; com sua breguice, seu vulgar materialismo de novos-ricos sem nenhum estilo, ex-pobres com carrões, desfilando mestiças e mulatas de cabelos alisados e tintos de louro, e com grossos cordões metálicos pecados, com pingentes de cifrões horrorosos e gigantescos. Esse mau-gosto, esse péssimo-gosto aliás, de marginalidade arrivista que prefere musicar, dançar, batucar, tudo menos trabalhar e estudar; é a ética-estética que o lixo da afirmação nacional produzem: mero simulacro de cultura, e emancipação nenhuma. Só vão conseguir ser "gente" quando possuirem ciência, tecnologia, formação acadêmica, profissões de respeito social e remuneração invejável. Esse delírio de arte e futebol é coisa pra "inglês ver", não convencendo na hora de por a comida na mesa, nem o dono do mini-supermercado da esquina.
Anônimo disse…
Isso aí é coisa de comedor de cocô. Depois não reclamem quando não passarem no vestibular e ficarem pedindo cota pra crioulo e bandido, e acabarem com o pouco de Educação que nos resta.
Anônimo disse…
Prender alguém porque simplesmente canta uma coisa, seja lá o que for, é mais do que absurdo! Isso prova o quão pequena é a mentalidade daqueles que fazem as leis (quase sempre leis DE MERDA) neste país. Brasil = Buraco risível atrasado submisso idiótico litigioso.
Anônimo disse…
Funk só do James Brown!

Molina
Anônimo disse…
Funk + Pagode = "música" de bandido, corno e maloqueiro.
Anônimo disse…
O pior é que tem gente que gosta "disso"!!!!
RobertoPC disse…
Liberdade de expressão para apologia ao crime é o caralho!
Não venham com esse papo de liberdade para apoiar bandidos.
Anônimo disse…
Lugar de bandido é embaixo da terra ou na cadeia...

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