Um adolescente de 16 anos não negou que tinha matado a facadas a catadora de papel Antônia Prestes da Silva, 51.
“Por quê ?”, perguntou o guarda municipal Edilson Gonçalves de Mandirituba que o prendeu.
O jovem respondeu: “Estava a fim de matar alguém e matei ela."
Mandirituba é uma cidade de 22 mil habitantes do Paraná a 40 km de Curitiba, capital.
O jovem, Antônia e o marido dela, Alceu Soares da Rocha, passaram a tarde de domingo pescando e depois se embebedaram na casa do casal.
Nesta segunda-feira pela manhã, a Guarda Municipal foi avisada por alguém pelo telefone de que tinha um corpo naquela casa.
Ao chegar lá, o guarda Gonçalves encontrou a porta aberta e de fora já dava para ver Antônia ensanguentada no chão, ao lado de uma cama. Havia marcas no corpo como se o assassino tivesse intenção de retalhá-lo. Rocha estava perplexo.
O adolescente estava em outra casa a cerca de 300 metros dali. O guarda lhe perguntou se ele sabia que a Antônia tinha sido assassinada. Ele respondeu que sabia, sim. “Eu é que a matei”.
Informou que só não enfiou a faca também em Rocha porque ele estava dormindo.
Na delegacia, o adolescente contou que é o seu segundo assassinato. O primeiro teria ocorrido na cidade de Brusque, em Santa Catarina, quando ele tinha sete anos de idade.
“Por quê ?”, perguntou o guarda municipal Edilson Gonçalves de Mandirituba que o prendeu.
O jovem respondeu: “Estava a fim de matar alguém e matei ela."
Mandirituba é uma cidade de 22 mil habitantes do Paraná a 40 km de Curitiba, capital.
O jovem, Antônia e o marido dela, Alceu Soares da Rocha, passaram a tarde de domingo pescando e depois se embebedaram na casa do casal.
Nesta segunda-feira pela manhã, a Guarda Municipal foi avisada por alguém pelo telefone de que tinha um corpo naquela casa.
Ao chegar lá, o guarda Gonçalves encontrou a porta aberta e de fora já dava para ver Antônia ensanguentada no chão, ao lado de uma cama. Havia marcas no corpo como se o assassino tivesse intenção de retalhá-lo. Rocha estava perplexo.
O adolescente estava em outra casa a cerca de 300 metros dali. O guarda lhe perguntou se ele sabia que a Antônia tinha sido assassinada. Ele respondeu que sabia, sim. “Eu é que a matei”.
Informou que só não enfiou a faca também em Rocha porque ele estava dormindo.
Na delegacia, o adolescente contou que é o seu segundo assassinato. O primeiro teria ocorrido na cidade de Brusque, em Santa Catarina, quando ele tinha sete anos de idade.
Com informação da Agência Estado.

Comentários
é por isso que o país não vai pra frente. ;~
Postar um comentário